Entrevista sobre Clipping
Entrevista realizada com a Assessoria de Imprensa LP17
Qual a importância do clipping para uma pessoa ou empresa? O clipping é importante porque dá para empresa uma imagem positiva em relação a outros/novos clientes, serve de portfólio. E para a empresa que é assessorada, o clipping é importante para mostrar os resultados positivos que a assessoria procura conseguir.
Quais os beneficios do clipping para uma pessoa ou empresa? O maior beneficio do clipping é montar um portfólio para a empresa, e também mostrar para o cliente os resultados que foram conquistados.
Podemos destacar pontos positivos ou negativos através da analise do clipping? É a partir do clipping que nós percebemos a visão do jornalista em relação ao nosso cliente, e desta forma, podemos trabalhar melhor sua imagem na mídia.
Como se dá o processo do clipping? É analisado todos os tipos de mídia? Existem os clippings diários, que são acompanhamentos do que sai na mídia sobre editorias especificas, por exemplo, nós fazemos um clipping diário para uma empresa de telefonia ip, neste, selecionamos todas as matérias do dia que tenham a ver com o tema, mesmo que não cite a nossa empresa, e é feito somente com sites. Geralmente os clippings são analisados com todos os tipos de mídia. E os clippings dos clientes, que são as matérias que saem sobre cada um deles.
O tipo de mídia depende do cliente? Sim.
Postado por Mariana Serra
Escrito por Assessoria de Comunicação às 12h20
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Estratégia de Comunicação (Por João Vítor Matallo)
Estratégias da comunicação para a imagem corporativa
Pergunta de uma brasileira dirigida a um Senador, por meio do “Fala Cidadão”, serviço de atendimento ao cidadão do Senado Federal: “Senador, o que se pode fazer para mudar a imagem da polícia na Brasil?” A curta pergunta da cidadã brasileira reflete, de maneira simplória, a grande farsa que encerra o conceito de imagem. A critica negativa que a sociedade faz a respeito da polícia foi apreendida como uma questão de imagem e não de atitude e comportamento. Não foi um engano de palavras, foi um engano de idéias, uma colocação ideológica, resultado da realidade espetáculo construída cotidianamente pelo marketing e disseminada pela mídia. A pergunta denuncia também que já se ultrapassou o sentido de imagem como reflexo ou representação de algo. Vai-se além quando imagem significa vivenciar um real que não tem correspondência com fatos nem com verdades, mas que é desejável e de ser alcançado com mudanças de aparência, em lugar de construído com atitudes. Em geral a imagem é considerada o grande patrimônio de uma empresa, algo que possui um valor superior até aos produtos ou serviços que ela oferece no mercado. Recentemente a identidade corporativa ajustou-se ao conceito de imagem como uma visão capaz de ser construída apensa com base em elementos visuais e estéticos. Imagem como jogo com sentimentos, desejos e pulsões; enfim, a psique do publico consumidor. Nesse sentido a identidade de uma empresa não está em si mesma, mas na visão que o consumidor e a opinião publica tem dela, e isso depende não tanto de atitudes concretas, da excelência de produtos ou serviços, mas sobretudo da fama criada pelo marketing.
A analise das estratégias mais conhecidas como soluções eficazes e produtivas para a corporação não confirma inteiramente o mito do poder da comunicação, pelo menos se ela for considerada como pretendem os profissionais e acadêmicos da área. Nos últimos anos, percebe-se que a comunicação nas empresas tem-se mantido a reboque do marketing, desempenhando um papel acrítico e reativo. A comunicação reage às reclamações dos consumidores com programas especiais de atendimento; reage aos desejos confessos ou ainda latentes dos consumidores criando novos desejos com a publicidade; reage ao esgotamento das necessidades de produtos por parte do consumidor com a criação de marcas que garantem felicidade, sucesso e status. No entanto, todas essas técnicas estão a serviço das estratégias montadas pelo marketing. Isso é possível de ser percebido quando se confrontam áreas tradicionais das relações publicas com os novos usos que delas se faz. Constata-se então que cada vez mais a função comunicação é um braço do marketing e um instrumento para a construção da imagem corporativa. No interior das corporações, a função da comunicação se multiplica e se engrandece como instrumento do antiqüíssimo conflito capital x trabalho, que persiste e se renova no capitalismo liberal sob formas cada vez mais sofisticadas, tal como a argumentação amplamente difundida pela mídia, e por isso mesmo a cada dia mais crível, de necessidade de “liberdade de negociação” entre empregador x empregado. Nada disso é novidade. As técnicas e as atividades de comunicação sempre foram instrumentos de manutenção e resguardo da democracia capitalista, desde que Ivy Lee transformou Rockfeller em um velhinho simpático e quase bonachão. A renovação é sistemática em qualquer empresa e o que muda é a forma e os meios em conseqüência da tecnologia de informação, que, alias, é o recurso preferencial entre os mais recentes estratagemas corporativos para restaurar técnicas tradicionais.
Estratégias de Comunicação para o Terceiro Setor
A comunicação é umas das principais ferramentas do marketing. As empresas com fins lucrativos costumam utilizar a comunicação para estimular vendas, motivas consumidores, melhorar a imagem de sua marca junto ao publico em geral e envolver os distribuidores. As organizações do terceiro setor, da mesma maneira, podem utilizar as ferramentas de comunicação com diversas finalidades: podemos buscar novos parceiros e doadores, recrutar voluntários, informar conselheiros e outros parceiros sobre o andamento das atividades, aumentar o envolvimento dos beneficiários e de suas famílias, prestar contas à sociedade sobre como estamos investindo os recursos que recebemos, etc. As decisões envolvidas no tema comunicação são muitas: o que dizer, a quem dizer, quando dizer, com que freqüência, de que forma, por que meio de comunicação, entre outras. O processo de comunicação tem suas variáveis:
Emissor/ Receptor: Representam as partes envolvidas na comunicação. O emissor precisa saber que publico quer atingir e que reações pretende gerar neste publico. Desta forma, o primeiro passo para se desenvolver um sistema de comunicação eficiente é eleger o publico para o qual esta comunicação será dirigida, ou seja, quem é o receptor.
Codificação/ Decodificação: Toda simbologia utilizada durante o processo de comunicação precisa ser estudada criteriosamente. Parte da informação que será recebida pelo receptor está relacionada à forma como o texto é redigido, às fotos e figuras utilizadas na comunicação, à música usada em uma propaganda e a outros códigos. Para que uma mensagem seja efetiva, o processo de decodificação precisa ser coerente com as experiências passadas do receptor e com suas expectativas.
Mensagem: A forma como codificamos a mensagem pode influir muito no resultado da comunicação (feedback). A compreensão da mensagem pode ficar prejudicada se ela não levar em conta todo o sistema de crenças e valores do receptor. É o que chamamos de distorção seletiva. Os receptores vão ouvir apenas o que se ajusta às suas expectativas e às suas crenças. Eles podem “alterar” a mensagem durante o processo de decodificação, ignorando informações importantes que não estão de acordo com o seu sistema de crenças e/ou “acrescentar” informações que possuem de outras fontes e que também alteram o conteúdo da mensagem que queríamos transmitir. Quanto mais simples, clara e direta for a mensagem, maior a probabilidade de que o receptor a compreenda corretamente, sem distorcer a informação recebida.
Mídia: Os meios de comunicação devem ser escolhidos de acordo com as características do publico que se deseja atingir. Alem disso, cada meio de comunicação tem características próprias, desempenhando um papel diferente no processo de comunicação. Quando desenvolvemos um plano de comunicação, devemos ter em mente que uma mesma pessoa poderá ser impactada por várias mídias diferentes e que o processo de comunicação com esta pessoa será a somática de todos estes impactos.
Escrito por Assessoria de Comunicação às 16h17
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Exemplo de release 3
(por Danilo Vieira)
Governo de Santa Catarina inaugura projeto Teatro na Lousa
Não poderia haver melhor iniciativa para o governo de Santa Catarina do que levar o teatro para dentro das salas de aula das escolas estaduais. Investir no ensino de base tem sido nos últimos anos um dos pilares das políticas de governo. Assim, o projeto Teatro na Lousa é a continuidade de um trabalho maior, que envolve o grande compromisso do governo estadual com a formação de nossos jovens.
O projeto começou em abril deste ano e, em apenas três meses, reuniu cerca de 14 mil alunos, em 36 apresentações realizadas por 16 escolas catarinenses. Depois de Liberdade, liberdade, de Millôr Fernandes e Flávio Rangel, o projeto traz o espetáculo Sossego e Turbulência no Coração de Hortência. O texto inédito do dramaturgo José Antônio de Souza, conta a história da jovem Hortência, em duas épocas distintas. A primeira remonta às últimas décadas do século XIX, e a segunda, aos dias atuais. Em cada época, o espetáculo denota os anseios, as lutas e reivindicações da mulher dentro da sociedade. A peça também traz uma abordagem histórica, mostrando a evolução de temas ligados à economia e à política do País.
Além da preocupação em selecionar espetáculos que proporcionem ao jovem uma reflexão sobre a realidade que o circunda, o projeto catalisa a interação entre classe artística e iniciativa privada, estimulando o debate como forma de aprendizado. Fazer com que o aluno compreenda a informação por meio do diálogo faz parte da principal missão do projeto: o pensamento.
Aproveite o espetáculo!
Escrito por Assessoria de Comunicação às 20h34
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Exemplo de release 2
(por Danilo Vieira)
Banco X inaugura centro cultural em Porto Alegre
Investir em cultura já é tradição para o Banco X. Com uma forte filosofia de responsabilidade social, o Banco patrocina programas ligados à vida acadêmica, portais de educação e bibliotecas virtuais em várias partes do mundo.
No Brasil, a escolha do Rio Grande do Sul para a instalação do X Cultural é estratégica. Com forte atuação na região Sul e Sudeste, o banco quer integrar-se à cultura local, interagir com a comunidade e estar mais próximo dos países que integram o Mercosul.
O prédio escolhido para abrigar o X Cultural, em Porto Alegre, é tombado pelo patrimônio histórico do Rio Grande do Sul. A construção tem 9,5 mil metros quadrados e foi sede dos Correios. O projeto de restauro e adaptação do prédio, feito pelo arquiteto Zé das Couves, recebeu um investimento de aproximadamente R$ 12 milhões.
Entre concepção, aprovação e obras, o projeto levou 4 meses, e envolveu mais de mil pessoas. A preocupação era preservar o estilo arquitetônico original- que data da década de 20 - e, ao mesmo tempo, promover uma interação entre os estilos contemporâneo e neoclássico. Por ser tombado pelo patrimônio histórico, poucos detalhes puderam ser acrescentados ao projeto original. Nem mesmo o telhado, com 33 mil telhas, pôde ser trocado. As telhas foram retiradas e lavadas em um processo especial, para que pudessem ser recolocadas. Mas entre as novidades do projeto, o destaque fica por conta do Átrio. Construído especialmente para abrigar shows e espetáculos, o Átrio é uma estrutura de vidro e metal, de 600 metros quadrados, de onde se pode ver os vitrais que cobrem o teto do prédio. As luzes que passam pelo teto do Átrio são refratadas pelos vitrais e ajudam a iluminar o piso térreo do X Cultural, numa espécie de prisma, que confere um colorido particular ao local.
Com tudo isso o X Cultural, se transformou em um dos únicos locais no País com condições ideais para receber obras de arte. “Não existe no Brasil um espaço cultural que reúna todas essas condições”, resume o arquiteto Zé das Couves.
Áreas de atuação
Artes visuais
O X Cultural tem como missão articular, integrar, refletir, documentar e difundir a produção artística do Rio Grande do Sul, trazendo a Porto Alegre exemplos significativos de produções do País e do exterior, capazes de revelar tendências e propor extensões temáticas para outras áreas de atuação.
Em quatro anos de existência já passaram pelo X Cultural 13 mostras, além de três Bienais do Mercosul. A mostra Mirabolante Jacó, que fica no X Cultural, até 28 de agosto de 2008, é um exemplo da importância que o espaço conquistou na comunidade. Em pouco mais de quatro meses, mais de 150 mil pessoas visitaram a exposição.
Cinema
Uma programação regular e mostras temáticas, proporcionam ao espaço uma produção multicultural de qualidade, não coberta pelos circuitos comerciais. Esta área também abrange a produção independente dos cinemas brasileiro, europeu, oriental, latino-americano e norte-americano. Toda programação é realizada em parceria com a Multiplex Cinema, de Porto Alegre.
Música
Mesclando estilos, gêneros e tendências, a programação musical contempla tanto o fazer como o ouvir música. Oficinas, seminários e espetáculos conferem a diversidade necessária a um público que busca novas sonoridades. Nomes importantes da música brasileira e internacional como Hermeto Paschoal, Jorge Drexler, Belchior, Tom Zé e Nana Vasconcelos já passaram pelo palco do X Cultural nesses quatro anos.
Selos de entretenimento
Os espaços que, anteriormente, abrigavam cofres de selos foram transformados em sala de cinema, com capacidade para 60 pessoas; restaurante (Moeda) com capacidade para mais de 100 pessoas; e um café/bar (Café do Cofre).
Escrito por Assessoria de Comunicação às 20h27
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Exemplo de Release 1
Lançamento de um produto bancário:
(por Danilo Vieira)
BANCO X fecha parceria de Crédito Imobiliário no Rio Grande do Sul
Superintendente diz que parceria configura “ uma ótima oportunidade de aproximação com o segmento imobiliário gaúcho.”
O Banco X e a Companhia Cidade de Crédito Imobiliário anunciaram, na semana passada, uma parceria operacional para facilitar o financiamento da casa própria no Rio Grande do Sul. A parceria estabelece funções complementares entre a Cidade e o banco. A idéia é agilizar os trâmites necessários à aprovação do financiamento, uma vez que toda a análise jurídica da documentação passa a ser feita em Porto Alegre, pela Cia. Província.
Segundo Paulo Costa, superintendente de Crédito Imobiliário Pessoa Física, a análise jurídica realizada localmente dará maior agilidade ao negócio. “Além de ser uma ótima oportunidade de aproximação com o segmento imobiliário gaúcho, essa parceria reduzirá o tempo de tramitação dos documentos, reduzindo burocracias e fidelizando o cliente.”
Além desta parceria, o Banco lançará no Estado, no mês de Agosto, o SuperCasa10- financiamento voltado à aquisição de imóveis de valor igual ou superior a R$ 350 mil. “Entendemos que estas ações aumentarão ainda mais os negócios imobiliários que o Banco X possui na região”, ressalta Costa.
Para Zé Pires, diretor da Cia. Cidade, o crescimento do mercado imobiliário, pressupõe a ação de agentes preparados e disponíveis a atender a futura demanda. “Essa parceria com o Banco X é o primeiro estágio de um relacionamento que certamente trará benefícios a todos. Contar com o respaldo de uma instituição como essa é um privilégio”, completa.
Escrito por Assessoria de Comunicação às 20h16
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Sobre o Press Release:
(por Danilo Vieira)
Press-Releases ou Comunicados de Imprensa, ou apenas releases são documentos divulgados por assessorias de imprensa para informar, anunciar, contestar, esclarecer ou responder à mídia sobre algum fato que envolva o assessorado. É, na prática, uma declaração pública oficial e documentada do assessorado.
Geralmente, releases são usados para anúncios e lançamentos de novidades, que a Assessoria procura fazer virar notícia. Um release bem estruturado pode ser o mote para uma pauta. O release deve conter informação jornalística com objetivo — ou seja, ser ao mesmo tempo de interesse jornalístico e institucional.
Eventos: releases sobre eventos devem antecipar todos os dados relativos, além de facilitar o acesso dos profissionais de imprensa (caso exija credenciamento prévio, por exemplo). Os assessores do Bradesco, por exemplo, não vão gostar de ver a Bárbara Heliodora sendo empurrada no meio da fila da estréia do novo show do Cirque du Soleil.
Produtos: devem conter informações específicas, factuais e objetivas. Em todos os casos, uma boa contextualização do fato anunciado ajuda a inserir melhor o conteúdo do comunicado na pauta do veículo (em jargão jornalístico, dar “gancho” a uma matéria).
Release direcionado: é enviado com exclusividade para um único veículo quando se pretende negociar uma relação mais próxima entre a Assessoria e um órgão específico de imprensa.
A popularização da internet facilitou o envio de comunicados por correio eletrônico (e-mail). Como conseqüência, houve também um aumento da prática por jornalistas de publicar releases integralmente ou quase inalterado. Para críticos, isto tem gerado um esvaziamento da apuração no Jornalismo e um crescimento indevido do poder das assessorias.
Há que se ter bom senso dos dois lados do balcão.
Escrito por Assessoria de Comunicação às 20h03
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Entrevista com Kevin Lee Woodbridge
Sócio-proprietário da empresa norte-americana de Consultoria, Financiamento e Desenvolvimento de negócios, CGP - Corporate Growth Professionals.
É empresário, casado e pai de dois filhos. Reside em Newport beach – Califórnia e em 14 anos de carreira, ganhou 10 milhões de dólares construindo e reconstruindo negócios por todo o mundo.
1- Kevin, eu gostaria de saber qual é a sua formação acadêmica e como você descobriu seu talento para trabalhar no mundo dos negócios.
Resp: Sou filho de militar, tenho um grande talento para o futebol, mas sempre quis ser médico. Me formei em Engenharia química pela Universidade de New Jersei, mas minha vocação para o mundo dos negócios foi descoberta quando me tornei o mais bem sucedido corretor ações do mercado financeiro, aos 25 anos, pela grupo Peine Wedber.
2- Você é o Sócio - Presidente da CGP que presta serviços para diversas empresas norte-americanas, tais como, Partida Tequila, Cabo Chips e Shotpacks Inc. Qual é o principal foco dos seus negócios
Resp: Nós ajudamos estas empresas adicionando uma administração mais forte, criando planos de negócios mais eficientes e financiando as necessidades de expansão e aprimoração dos negõcios deles.
3- Kevin, nós sabemos que é você mesmo quem escreve os press- releases dos seus clientes para o mundo. Você poderia nos descrever a importância de um press-release, na sua opinião, para as empresas, de um modo geral
Resp: Sim, os releases são fundamentais, obviamente quando bem feitos, para descrever o que nós chamamos de material events, ou seja, o que é a empresa, seu negócio ou seu produto. No entanto, os -releases não devem ser muito extensos, mas devem conter informações densas, suficientemente, compostas por informações que venham fazer o leitor reconhecer o negócio da empresa logo de cara.
4- Como o senhor descreve a importância da definição do público-alvo de um release
Resp: Um profissional de comunicação ou, como eu, um empresário que tenha a responsabilidade de criar e distribuir release, deve ter a clara consciÊncia de que há diversos públicos para os releases e, não há como escrever um texto único e enviar para todos eles – tudo vai depender do tipo de serviço, da informação desejada, de mercado no qual se está inserido e do resultado que se quer atingir. No meu caso eu os divido da seguinte maneira:
a) Investidores em potencial
b) Imprensa
c) Clientes e consumidores em potencial
5- Na sua opinião, qual a importância da técnica no desenvolvimento de press-releases e como o senhor escreve seus press-releases
Resp: A técnica é fundamental no desenvolvimento do press-release por um único motivo: ela dá credibilidade ao profissional e estimula o interesse do leitor. Particularmente, antes de escrever um release, eu procuro conhecer a fundo o evento, o produto sobre o qual tenho que escrever. Um outro detalhe importante, no meu ponto de vista, é manter uma página de informação. Mais do que isso causa dispersão e desinteresse ao leitor.
Em termos de técnica, eis a minha maneira:
A) escreva um título ao seu texto que seja claro e direto ao ponto: sobre o que se trata.
B) O primeiro parágrafo deve expliacar o título e, basicamente, a razão do release.
C) Um discussão mais profunda sobre a administração do negócio e seus comentários sobre o produto
D) Já no terceiro parágrafo eu procuro falar sobre o mercado do qual se trata
E) E por último, discuto sobre a empresa que criou ou está desenvolvendo o tal produto e coloco os meios de contato.
Nunca crio nada menor do que isso.
6- Por último, um curiosidade: porque o senhor acha que conseguiu tanto sucesso escrevendo press-release ao longo da sua carreira.
Resp. Antes de ser um empresário de sucesso, eu sou um leitor e escritor compulsivo. Eu gosto de escrever. Eu gosto de entender sobre os meus negócios e de torná-los objetivos e claros aos meus leitores.
www.corpgrowthpros.com
Escrito por Assessoria de Comunicação às 19h55
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Postado por: Pablo Turl Iamim, Cora Aguiar, Renata.
Vale a pena ler!
Esse texo é uma carta que circula na internet. Foi escrita por um jornalista que está cansado de receber divulgações de assessores de artistas.
Artistas com a corda toda
Wanessa Camargo retornou de sua terra natal, Goiás, com a corda toda. Uau! Três informações numa única frase. Informação número 1: Wanessa se escreve com dáblio. Acho chiquíssimo. Prenomes com dáblios são tão cosmopolitas, não são? Informação número 2: a terra natal de Wanessa Camargo é Goiás. Meu Deus, como é que eu vivi até hoje sem saber de tão importante revelação? Informação 3: Wanessa Camargo está com a corda toda. Sem comentários. Talvez vocês não tenham o menor interesse em saber dessas coisas. Nem eu. Só que, ao contrário de vocês, minha caixa postal eletrônica fica lotada, diariamente, de informações deste tipo, que chegam como se fossem trabalho de divulgação. Quero, então dividir com vocês a experiência fascinante de ler tanta inutilidade.
Então vamos lá: querem saber por que Wanessa Camargo está com a corda toda? O e-mail explica: "A cantora retocou os cabelos no Lay Out Cabeleireiros, salão da região dos jardins, em São Paulo". Aqui é preciso ler nas entrelinhas. O que o e-mail quer dizer é que Wanessa Camargo não pagou pelo retoque de seus cabelos. Nada mais justo, portanto, que tente botar nos jornais uma notinha divulgando o salão que tão graciosamente a atende. Em mais outras palavras: nos dias de hoje, até para retocar o cabelo artista precisa de, digamos, apoio cultural. Reproduzo o fim da mensagem: "Não deixem de conferir as fotos do Natal e do reveillon da artista (mandarei em outro e-mail)". Como responder? Mal posso esperar.
Às vezes, os e-mails que chegam são totalmente enigmáticos. No dia 8 de janeiro, por exemplo, recebi a seguinte mensagem: "Já é de conhecimento de todos que o cantor Chrigor não integra mais o grupo Exaltasamba no qual foi vocalista por mais de 12 anos.
Já é de conhecimento de todos? Como assim? Eu não tinha conhecimento nem do Exaltasamba, quanto mais do cantor Chrigor! Pois fiquei sabendo que ele agora faz parte da mesma equipe que badala Cezar & Paulinho, o grupo Tchakabum, a cantora Thais Nascimento e a dupla Cleiton e Camargo. Após ler esse elenco, cheguei a conclusão de que estou morando em Marte.
Em outra, fiquei espantado ao saber que a Miss Brasil do "Big Brother" é a atual Miss Brasil. E ela não vai sair da casa para passar a faixa?
Escrito por Assessoria de Comunicação às 16h53
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Perguntas feitas para Vanessa Oliveira, Assessora de Imprensa do cantor Fred Martins.
Qual a importância do Clipping para a Assessoria de Imprensa?
O Clipping é importante porque ele serve não só como reflexo do seu trabalho como assessor, como também contribui para a elaboração das estratégias de mercado do seu cliente. Fica mais fácil posicioná-lo no mercado, entendendo como ele funciona. É aquela coisa... O que não aparece na mídia, não acontece.
Vocês são responsáveis pela realização do Clipping ou contratam uma empresa especializada? Por que?
Eu faço o clipping do artista que produzo, até porque trabalho com outra pessoa e a gente consegue dividir bem tanto a assessoria como a produção dele. Não tem a necessidade de contratar uma empresa
Qual o tipo de Clipping é utilizado e de que forma é feito?
Eu utilizo, atualmente, o jornal impresso. Separo todas as matérias em que o artista saiu, quando, onde, etc. É a nossa fonte principal de informação. No entanto, temos material guardado que saiu na Internet também. Só que essa busca acontece ocasionalmente.
Já fiz assessoria para uma universidade, por exemplo, do material que saía na TV. É outro tipo de registro e que pode ser bem útil. Nesse, registrávamos quanto tempo a matéria ficou no ar, quem falou, o assunto e seus desdobramentos. A mesma coisa para o que saía do rádio. Todo material ficava registrado nas fitas.
O que fazem com as informações recolhidas?
Temos uma pasta com todas as matérias que saem sobre o artista. Serve como um espelho do trabalho dele. Quando a matéria é muito boa, costumamos usar até no material de apresentação do artista.
Com que freqüência é feito o Clipping?
Acompanhamos a agenda de shows do artista. Geralmente, toda semana o clipping é feito com 4 jornais: O Globo, JB, Extra e O Dia.
Vocês calculam o número de matérias que saem a respeito da Empresa? Como é feito e o que fazem com o resultado?
Calculamos. Fazemos uma média para saber onde estamos atingindo melhor e o porquê. Quando ele apareceu mais, quando sumiu dos jornais, etc.
Postado por Tamara Feijó
Escrito por Assessoria de Comunicação às 15h00
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Top, top. top
Postado por: Tiago Leite
Brasília, 19 de julho de 2007. O assessor especial da presidência para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, fez o famoso gesto do "top, top, top", em reação à reportagem do Jornal Nacional, que levantava a hipótese de o vôo 3054 da TAM - que colidiu no aeroporto de Congonhas dois dias antes, matando 199 pessoas - ter apresentado um problema em um de seus reversores. A chance de problemas mecânicos, em tese, isentaria o governo de responsabilidades em relação às condições da pista do aeroporto ou à crise aérea.
OK. Você já conhece essa história.
Mas alguém por acaso notou que um assessor de imprensa, Bruno Gaspar, estava ao lado de Garcia, e o acompanhou no gesto obsceno?
Garcia tentou se justificar, como mostra a reportagem abaixo, mas Gaspar não.
Fica a questão: o assessor de imprensa deveria se isentar de dar explicações? O gesto dele foi justificável como uma reação natural diante da situação delicada? Ou ele merecia uma punição? Assista ao vídeo e opine!
Escrito por Assessoria de Comunicação às 22h50
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Dicas de quem é do ramo
Postado por: Carlos Alberto Venetillo
Nada melhor do que um bom depoimento do assessor ativo - que conhece todas as batalhas da profissão. Abaixo, dicas de assessores de imprensa e alunos/ex-alunos da FACHA:

Trabalhar com assessoria tem a grande vantagem de nenhum dia ser igual ao outro. Aquela mesmice de já saber o que você vai fazer quando chega no escritório não passa nem perto do trabalho de um assessor. Claro que certas atividades fazem parte do diário, como ler os jornais e fazer clippings, mas de uma forma geral você sabe que sempre terá alguma novidade te esperando. Como eu nunca gostei de trabalho monótono, acho que fiz a escolha certa quando resolvi ser assessora de imprensa. Isabel Ferraro, atualmente assessorando a conta da casa geriátrica La Residence, na Tijuca e no Recreio
Eu considero um dos momentos mais complicados do assessor de imprensa é na hora da agenda de imprensa de um artista. O artista, musico, fica dias, meses, anos, preparando um trabalho, que é como se fosse um filho, e nos entrega para distribuirmos pras pessoas que entendem do assunto para fazer uma critica ou uma materia. Muitos gostam e outros nao... imagina o quanto é complicado pro artista receber critica, e as vezes 30 criticas durante um dia inteiro de entrevista? Nossa função fundamental é transformar aquele momento no menos doloroso possivel... Priscila Stille é aluna do 7º período da FACHA, e é assistente de imprensa da Biscoito Fino
O assessor de imprensa é, a meu ver, um estrategista. O trabalho dele baseia-se em tracar um plano de mídia e a melhor maneira de alcançá-la. Milhöes de assessores invadem as redaçöes diariamente através de faxes, telefonemas e e-mails. Em geral redatores sobrecarregados e sob a pressão do tempo (porque o jornal irá para a gráfica!) precisam filtrar as informaçöes do assessor em tempo record. E esse é o tempo que o assessor tem para ser vitorioso ou fracassar. E aí entra a estratégia do texto (em papel ou falado): enxuto e intrigante. O repórter escreve para o público em geral. Já o assessor escreve para o público especializado: o colega jornalista. Tem-se que ser "malandro" e queimar a mufa na elaboração do texto. Já o plano de mídia é a reflexão sobre datas para envio do material e para o follow-up (o telefonema onde vc pergunta ao colega da redação se ele recebeu o material, o que achou, essas coisas). Se enviar muito em cima do fechamento, perde a matéria; se enviar com muita antecedência, corre o risco de ficar esquecido... Cabe também à estratégia do plano de mídia a maior abertura possível do leque de editorias. Que vc mande material sobre a sua indústria automobilística, por exemplo, para a editoria "Carros Etc." dos jornais e revistas, é o óbvio. Vc terá que pensar, portanto e também, quais säo as outras "vitrines" que vc poderia gerar para o seu cliente. Entäo vc pergunta a ele sobre investimentos, por exemplo, e terá pauta para enviar para Economia; pergunta sobre assessórios e envia para secöes de compra (Boas Compras da Vejinha, Näo-sei-o-quê da Domingo etc); cata alguma coincidência com acessório ou carro de artistas famosos e manda para colunas sociais etc. Aline Mara é assessora de imprensa autônoma, em Berlin
Escrito por Assessoria de Comunicação às 22h39
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Relações Públicas X Jornalismo
Por: Ana Carolina Diniz
Em entrevista ao nosso Blog, o professor Ricardo Benevides nos contou um pouco do trabalho de um profissional de RP. Através dessa entrevista podemos observar que tanto o profissional formado em Jornalismo, quanto o formado em Relações Públicas, estão aptos ao mercado de trabalho. Confira abaixo, um pouco do dia desse profissional e aproveite para tirar suas dúvidas:
Os profissionais de Relações públicas trabalham dentro das organizações, para estabelecer e manter compreensão mútua entre elas e os grupos aos quais estão ligadas direta ou indiretamente. Isto impõe que estes profissionais usem várias ferramentas de comunicação para levar informação, para integrar, motivar e disseminar valores da empresa junto a cada público.
Entre os principais públicos estão os funcionários (RP´s trabalham produzindo comunicação interna, por meio de revistas, jornais, folderes, folhetos, eventos, murais, intranet e muito mais), a comunidade, os clientes, os fornecedores, os veículos de comunicação de massa (e os jornalistas que neles trabalham), as diferentes esferas governamentais (RP´s exercem a função de lobista, sem que isto signifique qualquer tipo de atitude anti-ética; é possível fazer lobby de maneira moral, reunindo informações, provando a viabilidade de certas ações governamentais, sem que seja preciso fazer uso de propina, negociatas etc), entre outros.
Atuam dentro de empresas, produzindo ações de comunicação institucional, conduzindo programas de marketing (de produto, serviço), realizando pesquisas de opinião e mercadológica, nas mais diferentes funções. Muitos trabalham como assessores de imprensa (vale lembrar que o fundador dessa modalidade de atuação, Ivy Lee, é o pai das Relações Públicas). Outros tantos gerenciam departamentos de comunicação interna - pesquisa recente (2007, recém-divulgada pela ABERJE) dá conta de que entre as maiores empresas do país, filiadas à Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, 22% dos gestores da comunicação interna são formados em RP.
Ainda assim, o desafio maior que se apresenta aos profissionais de Relações Públicas é o preconceito de parte do mercado de trabalho, que considera a atividade um algo menor, dissociada de práticas ou técnicas (como as fundamentais técnicas de redação jornalística) ou simplesmente superficial ante as demandas de uma organização produtiva.
Os deveres de um relações públicas, são os mesmos deveres de qualquer profissional de Comunicação Social - atuar de maneira ética, respeitando os interesses de suas empresas mas também (e fundamentalmente) de seus públicos. Se engana quem pensa em RP como o "defensor das vontades de uma empresa". A busca, na verdade, é pelo equilíbrio. Daí a noção de que precisamos lutar por evidenciar as boas práticas em RP - hoje muito comuns entre grandes empresas, pouco disseminadas entre as pequenas e micro.
Através dessa entrevista, esperamos responder as dúvidas, sobre quem deve ou não exercer a função de Assessor de Imprensa, e que os Jornalistas e Relações Públicas , acabem de vez com essa dúvida!!!!!
Escrito por Assessoria de Comunicação às 19h04
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Última Chamada para Estudar e Trabalhar na Disney
Publicado por: Ana Lanuci
Fonte: www.rp1.com.br
Inscrições para o processo de seleção do J-1 Academic Exchange Program no Walt Disney World® Resort terminam no dia 15
Agora, estudantes brasileiros e recém-graduados têm a oportunidade de participar do Hospitality Certificate Program no Walt Disney World® Resort, na Flórida, EUA. Em parceria com a University of Central Florida, o programa tem duração de seis meses, permite trabalhar no Walt Disney World® Resort e, ao mesmo tempo, fazer uma especialização em Hotel Management. Durante o estágio, os brasileiros terão a oportunidade de trabalhar em posições operacionais em hotéis, restaurantes fast-food, lojas, atrações ou como salva-vidas.
O dia-a-dia em uma das empresas mais admiradas do mundo permite que o estudante desenvolva suas habilidades de relacionamento interpessoal, solução de problemas, comunicação escrita e verbal, além de explorar oportunidades de relacionamento com líderes da Disney. Ao completar o programa, os participantes recebem certificados de conclusão emitidos pela University of Central Florida e pelo Walt Disney World® Resort.
Para participar, é preciso ter no mínimo 18 anos, inglês fluente, ser flexível, extrovertido e estar disposto a dividir apartamento com outros participantes do programa. Serão aceitos estudantes universitários cursando o último ano de Hotelaria, Administração Hoteleira, Turismo ou Lazer e Entretenimento ou profissionais graduados em 2006 e 2007, nas áreas de Comunicação Social, Administração de Empresas, Relações Internacionais, Marketing, Comércio Exterior, Letras, Publicidade e Propaganda, Hotelaria, Turismo, Administração Hoteleira, Lazer e Entretenimento.
Mais informações: (11) 3038-1555, ou no site: www.stb.com.br
Sobre o Student Travel Bureau
Fundado em 1971, o STB é a maior operadora de turismo jovem e estudantil do Brasil. Possui 54 lojas, das quais três no exterior, na Argentina, Austrália e Nova Zelândia. Embarca anualmente cerca de 40 mil jovens. Além de intercâmbio cultural para adolescentes e cursos de idiomas para os mais diferentes públicos, oferece viagens, experiências internacionais de trabalho, programas au pair, assistência médica internacional, reserva de acomodações e de transporte no mundo todo e a Carteira Mundial do Estudante (ISIC).
Ana Paula Joaquim – anapaulajoaquim@rp1.com.br Bruna Bonventti – brunabonventti@rp1.com.br Fernanda Cardinali – fernandacardinali@rp1.com.br RP1 Comunicação Tel.: 11 5501-4655 www.rp1.com.br
Categoria: Releases
Escrito por Assessoria de Comunicação às 17h12
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Promoção: protetor solar
Publicado por: Ana Lanuci
Fonte: www.rp1.com.br
Até domingo, dia 02, acontece a “Super semana do Protetor Solar” no site da Droga Raia (www.drogaraia.com.br), com descontos de até 30% em mais de 300 produtos. O Sundown FPS 15 loção 120 ml, por exemplo, pode ser comprado por R$ 14,80. O preço original, sem desconto, é de R$ 18,50. A oferta é válida para todo território nacional.
Sobre a Droga Raia Uma das maiores e mais modernas redes do Brasil, a Droga Raia tem 102 anos e 3,2 mil funcionários em mais de 160 filiais, distribuídas por São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, responsáveis pelo atendimento de 2,1 milhões de pessoas por mês. A empresa faturou R$ 720 milhões em 2006.
Patricia Santilli – patriciasantilli@rp1.com.br
Kelly Ricardo – kellyricardo@rp1.com.br
Fernanda Amorim – fernandaamorim@rp1.com.br
RP1 Comunicação
Tel.: 11 5501-4655
www.rp1.com.br
Categoria: Releases
Escrito por Assessoria de Comunicação às 17h06
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PERGUNTAS FEITAS PARA ASSESSORIA DE IMPRENSA DA SHELL
1)Qual a importância do Clipping para a Assessoria de Imprensa?
O clipping é importante para que a assessoria de imprensa possa acompanhar tudo o que é divulgado envolvendo o nome da empresa. Além disso o arquivo desse material é uma importante ferramenta de trabalho que se transforma em uma análises de exposição na mídia da empresa.
2)Vocês são responsáveis pela realização do Clipping ou contratam uma empresa especializada? Por que?
A Cajá Agência de Comunicação nos dá o suporte no atendimento externo. Cabe a Cajá produzir ou contratar uma empresa especializada na clipagem.
3)Qual o tipo de Clipping é utilizado e de que forma é feito?
Utilizamos clipping de jornais e revistas, TV, rádio e internet.
4)O que fazem com as informações recolhidas?
Arquivamos e elaboramos relatórios de análise de mídia.
5)Com que freqüência é feito o Clipping?
Diariamente.
6)Vocês calculam o número de matérias que saem a respeito da Empresa? Como é feito e o que fazem com o resultado?
A Cajá analisa mensalmente todo o clipping, calcula o material positivo e o negativo e sugere algumas ações.
Por Patrícia Motta
Categoria: Clipping e Publicações
Escrito por Assessoria de Comunicação às 16h37
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