Assessorando

Assessoria Comunicação/Imprensa


Quem não se comunica, se estrumbica!

Quem não se comunica, se estrumbica!

 

A Comunicação Empresarial é vital para o sucesso das organizações diante do regime democrático da economia intenacionalizada atual. Deve ser tratada seriamente como uma das mais eficientes e poderosas ferramentas estratégicas, mas no Brasil, ainda é privilégio de uns poucos empresários, que aceitam esta atividade como investimento, não como despesa. Isto porque ela contém componentes de caráter subjetivo que dificultam ou até impedem a quantificação do lucro gerado pela atividade – que é grande objetivo corporativo. Está ligada aos mais altos escalões da empresa e que tem por objetivo criar- onde ainda não exista; manter, onde já existe; mudar para favorável, onde for negativa a imagem da empresa junto a seus públicos prioritários. 

 

Roger Cahen, consultor autônomo de Comunicação Empresarial, em seu livro TUDO O QUE NÃO LHE CONTARAM SOBRE COMUNICAÇÃO EMPRSARIAL, descreve quatro grandes falácias empresriais sobre a Comunicação.

 

 

Quatro grandes falácias empresariais sobre Comunicação:

 

 

1-      depende totalmente de alguém talentoso”

 

O problema aí é a palavra totalmente. É claro que uma boa dose é favorável já que sem talento não existe a vontade que leva a resultados reais. Aliado à isso, é importante lembrar que a Comuniacção Empresarial deve depender o quanto menos possível da ação individual e o quanto mais possível de sistemas implantados, como um conjunto de peças funcionando em harmonia e visando um objetivo único. Outro dado importante é o fato de que a CE, sendo uma ferramente do Marketing Empresarial, só pode ser estratégica e, não tática. Explicando: se a função da CE ficar ligada a alguns escalões mais baixos, não vai poder dar sua contribuição à estratégia global da empresa. Vai ser função tática mesmo, relegada à execução de tarefas. Isso porque só a alta adminsitração pode definir e aprovar planos estratégicos-globais da empresa. Acima de tudo o profissional de comunicação, assim como de qualquer outro campo, se não estiver muito bem preparado cultural, técnica e profissionalmente vai desperdiçar talento e esforço e criatividade e vai ser engolido pela concorrência. O profssional de comunicação de uma organização deve trabalhar a sua coerência profissional com a coerência da empresa em termos de visão de mercado. Informação e poder são sinônimos. Comunicação empresarial não tem segredo; precisa de competência.

 

 

2-      Comunicação Empresarial é uma Via de Duas Mãos

 

FeedBack é uma das maiores mentiras que já inventaram sobre Comunicação Empresarial, é um conceito cômodo, falso e extremamente perigoso. Pressupõe que toda a mensagem emitida terá necessariamente um retorno e que este se dará na mesma bitola daquela da emissão. É melhor pensar numa teia de aranha. Este sim é o verdadeiro universo da CE: um mundo de obsoloscência planejada, de mecados hipercompetitivos e internacionalizados e a concorrência está pronta para cortar gargantas só para conseguir um ponto percentual a mais d share de mercado.  As empresas emitem diversas mensagens que correm pelos fios das teias de aranha.  Mas nem sempre da forma correta. Os interesses grupais e individuais, os movimentos econômicos nacionais e internacionais, os temas prioritários do momento, as jogadas dos concorrentes, as idiosincrasias internas e externas à empresa, as culturas, cada uma dessas coisas e muitas outras aafetam a teia. Em termos de CE, nunca se emite uma mensagem para um fio so, e muito menos se espera que a resposta venha da forma esperada e pelo mesmo fio pelo qual a mensagem partiu. Na verdade, o que se faz eé emitir várias mensagens para vários fios e ir atrás das respostas por quase toda a teia.

 

 

3-      “O setor/ área/ departamento/ Vice-presidencia de Comunicação Empresarial serve para resolver problemas e/ ou apagar incÊndios”

A CE é  uma Atividade sistêmica e estratégica. Crises inesperadas surgem. Situações novas , inclusive boas oportunidades, aparecem a toda hora, galhos tem que ser quebrados e incÊndios apagados. No entanto, estas deveriam ser exceções  da Atividade, e não a regra constante.

 

 

 

4-       Comunicação Empresarial é a mais descartável de todas a atividades da empresa, podendo e devendo ser suprimida ao primeiro sinal de queda de vendas, necessidade de economizar, cortar despesas e outros fatos semelhantes. Afinal, é um luxo só para empresas ricas.”

“Quem não se Comunica, se estrumbica”. Quem não se comunica, perde. Perde visibilidade, perde transparência, perde agilidade, perde criatividade, perde canais de comunicação, perde oportunidades, perde negócios, perde clientes, perde mercados.

 

Por Aryadne Oliveira 20072319



Escrito por Assessoria de Comunicação às 14h02
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Mais um olhar sobre Comunicação Empresarial

Comunicação empresarial é o processo de conjunto de métodos, técnicas, recursos, meios pelo qual a empresa se dirige ao público interno (seus funcionários) e ao público externo (seus consumidores e clientes). Nela implica-se uma estratégia a ser praticada de modo competente, pois consubstancia informações internas e externas, pensamento e ação, sugestões e críticas e demandas de todos os tipos. Ela deve ser considerada um complexo cultural ou uma rede de notícias.

A comunicação empresarial insere-se num conceito de permanência e deriva da cultura da empresa, significando que, quanto mais esclarecida for a empresa sobre seu papel social, mais apta estará a informar.

A rede de informações de uma empresa não se limita a praticar técnicas de comunicação. Mais do que isso, faculta à organização o contato direto com seus públicos, de forma a saber o que os empregados e os consumidores pensam ou querem.

A empresa pode investir para ser bem informada e para informar bem pois o objetivo da empresa é a melhoria do produto ou de serviços, a valorização dos recursos humanos ou a construção de imagem compatível com a confiança do mercado.

Dentro da estratégia da empresa a comunicação interna e externa são as mais importantes, esteja a empresa dedicada à indústria, ao comércio ou ao serviço. A comunicação interna é a que se verifica entre a organização e seu pessoal. A externa é aquela que abrange consumidores, clientes, fornecedores, acionistas e o público amplamente afetado pelos meios de comunicação. Os dois tipos de comunicação são essenciais no âmbito da empresa pois oferecem perspectivas diferentes sobre a imagem da empresa, do seu serviço e a qualidade de seus produtos.

 

Por Aryadne Oliveira 20072319



Escrito por Assessoria de Comunicação às 14h01
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Ivy Lee o precursor

 

Através dos anos com os rumos da democracia e da globalização, o mundo mudou, bem como os interesses, as ações e as próprias pessoas, a informação ficou globalizada e nesse mundo novo noticiar se tornou a mais eficaz forma de agir e interagir com ele. As relações com a imprensa passaram a constituir preocupação prioritária na estratégia das instituições, essas se ligam, hoje, mais por teias comunicativas do que por atividades ou ações materiais.

E essa questão entre organizações e imprensa não é novidade, é até coisa antiga de quase um século, e se buscarmos entre profissionais e estudiosos da comunicação chamada empresarial institucional ou organizacional, somos mais ou menos herdeiros de um jornalista americano chamado  Ivy Lee. Em 1906 ele inventou a atividade especializada que hoje chamamos de assessoria de imprensa ou assessoria de comunicação.

Ivy Lee abandonou o jornalismo para se “converter” as relações publicas e estabeleceu em Nova York o primeiro escritório de assessoria de comunicação do mundo. Ele o fez para prestar serviços ao homem de negócios mais impopular da época: Jhon Rockfeller. Acusado de aspirar ao monopólio e de mover uma luta sem quartel para as  pequenas e médias empresas, Rockefeller personificava o capitalismo selvagem de sua época e não tinha compaixão com ninguém que impedisse seus objetivos. Claro que Ivy Lee escolheu propositalmente Rockefeller exatamente pelo nível de dificuldade que iria enfrentar dada a péssima imagem que ele tinha.

No inicio da nova carreira de Ivy Lee, os grandes capitalistas denunciados e acuados encontram nele o grande caminho para evitar denúncias a partir de uma nova atitude de respeito pela opinião publica. Assumindo Rockefeller como primeiro cliente, o jornalista Ivy Lee percebeu a excelente oportunidade para abrir um novo negócio: prestar assessoria que auxiliasse os empresários a corrigir a imagem que deles fazia a opinião publica. A divulgação era feita de informações favoráveis às empresas, pela imprensa informativa. E assim, criou uma assessoria especializada em fornecer notícias para serem divulgadas jornalisticamente, não como anúncios ou matéria paga mais sim como informação de interesse publica sobre as empresas.

Ivy Lee também ajudou na construção dos princípios profissionais da assessoria de comunicação quando fez em forma de carta aos editores uma declaração que hoje se tornou um documento histórico:

“Este não é um serviço de imprensa secreto, todo nosso trabalho é feito às claras. Pretendemos fazer a divulgação de notícias. Isso não é agenciamento de anúncios. Se acharem que o nosso assunto ficaria melhor na seção comercial, não o usem.

Nosso assunto é exato. Maiores detalhes, sobre qualquer questão serão dados prontamente. E qualquer diretor de jornal interessado será auxiliado com o maior prazer, na verificação direta de qualquer declaração de fato.
           Em resumo, nosso plano é divulgar prontamente, para o bem das empresas e das instituições publicas, com absoluta franqueza, à imprensa e ao publico dos Estados Unidos, informações relativas a assuntos de valor e interesse para o público.”

Após essa declaração, o sucesso de Ivy Lee foi imediato e fez escola. Lee estabeleceu um conjunto de regras ético-morais, que perduram até os dias de hoje, ele comprometeu-se a fornecer noticias confiáveis e a estar sempre a disposição para esclarecer qualquer duvida dos jornalistas.

Postado por: Gabriel Fernandes Frieiro
Grupo de assessoria da com - Elisa,Tatiana,Vitor,Danilo,Vivian,João
           



Escrito por Assessoria de Comunicação às 23h39
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Leituras que fazem a cabeça de um assessor

Fonte:Observatório da Imprensa

Postado por Marla de Queiroz

JORNALISTAS vs. ASSESSORES
Leituras que fazem a cabeça de um assessor

Por Boanerges Lopes em 31/10/2005

A literatura nas áreas de assessoria de imprensa e de comunicação está definitivamente incorporada aos projetos das principais editoras. Ganhou espaço de destaque também nas livrarias do país. Alguns dos autores são hoje reconhecidamente acompanhados por uma legião de leitores pelos mais remotos recantos. Dos trabalhos pioneiros esboçados nos anos 60 em torno dos Cadernos da Proal, uma passagem pelos manuais que se multiplicaram durante as décadas de 80 e 90 às obras em torno de ferramentas específicas e coletâneas com pensamentos diversificados e críticos neste novo século, lidamos hoje, inclusive, com situações inusitadas: em muitos casos, por desconhecimento dos livreiros, algumas obras estão posicionadas nas seções de auto-ajuda das livrarias. Principalmente as que tratam de experiências pessoais de relacionamento nas organizações.

Pelos mais de 500 cursos de Comunicação Brasil afora, os estudos se multiplicam. Em algumas instituições, as disciplinas estão incorporadas à grade curricular como obrigatórias. Em outras, onde os projetos pedagógicos estão sendo estruturados ou modificados, o estímulo é pelo ajuste de novos conteúdos, diante das transformações que o segmento vem enfrentando. Linhas de pesquisa em cursos de pós-graduação também se definem e a ousadia, equivocada ou não, também está presente nos projetos de alguns cursos, envolvendo a possibilidade de se criar uma habilitação específica.

Inevitavelmente diante de um quadro de diversidade, a exigência se amplia na busca por leituras sistemáticas e direcionadas. E por isso, a atenção deve ser redobrada. Voltada para uma leitura crítica. Ler, do latim legere, significa escolher e, leitura crítica é escolha. Boas escolhas, de preferência. E quais seriam essas boas escolhas para quem se interessa pela área? Vamos a um tour de force.

Desde o seu lançamento em 1985, o livro de cabeceira da maioria dos assessores é o Manual dos jornalistas em assessoria de comunicação, da Federação Nacional dos Jornalistas (vem aí a quarta edição atualizada). Concretizado por intermédio de uma iniciativa conjunta de várias comissões de Mobilização em Assessoria de Comunicação dos sindicatos pelo país, aborda os equívocos mais freqüentes no relacionamento entre fontes, jornalistas e assessores e apresenta os produtos e serviços de uma assessoria, entre outros assuntos. Define também de forma clara as atribuições dos profissionais de jornalismo, relações públicas e publicidade numa assessoria de comunicação social. O manual pode ser encontrado em qualquer sindicato de jornalistas ou diretamente na Fenaj, em Brasília. Entidades como Aberje e Abracom também têm publicações específicas.

Dos pioneiros

A Brasiliense tem três bons livros da coleção Primeiros Passos diretamente ligados ao tema assessoria. O primeiro: O que é empresa, de Raimar Richers, que dá uma boa noção do funcionamento das estruturas organizacionais, principalmente das pequenas e médias empresas, as quais predominam na realidade brasileira (o livro tem um capítulo específico sobre comunicação formal e informal nas empresas). Em O que é assessoria de imprensa, de minha autoria, uma visão introdutória objetiva mostrando que a crescente expansão das assessorias no Brasil abriu e consolidou mais um campo de atuação para os profissionais de comunicação. Destaca o comportamento dos assessores, as técnicas específicas, o valor da ética, da responsabilidade social, do conhecimento e da criatividade, indispensáveis ao bom exercício profissional.

Questões que são transformadas em bons exemplos práticos em O que é comunicação empresarial, de Paulo Nassar e Rubens Figueiredo, outra importante contribuição para o segmento dos assessores. A editora Mauad está no rol com Introdução à comunicação empresarial, de Juarez Bahia. A Autêntica, com Achados e perdidos na comunicação empresarial, de Sávio Grossi, e Montando uma empresa – dicas para obter sucesso, de Marcelo Cenni (em tempos da MP 255, nada melhor). De Sergipe, a contribuição de Silvio Oliveira Vieira: Assessoria de comunicação – teoria e técnica. O Dicionário de comunicação, de Rabaça e Barbosa, editora Campus, em sua 3ª edição, e o Dicionário profissional de relações públicas e comunicação, de Cândido Teobaldo de Souza Andrade, da Summus, complementam este grupo que pode ser definido como o das leituras básicas e essenciais.

Dos pioneiros vale conferir O fator opinião pública – como se lida com ele, assinado por Saïd Farhat e editado pelo Ibraco e, Imagem pública – glória para uns, ruínas para outros, parte da experiência de Walter Poyares, desde 1952 como assessor da direção do jornal O Globo e depois de toda a estrutura das Organizações Globo.

A realidade da imprensa

Historicamente, uma experiência importante na área de assessoria foi registrada em livro pela jornalista Célia Valente e pelo relações-públicas Walter Nori. Portas abertas, a experiência da Rhodia, da Best Seller, relata sucintamente um projeto de comunicação que deu certo e transformou a empresa num dos fenômenos de participação na mídia nos anos 80. Nos início dos anos 90, duas obras importantes foram traduzidas para o português: Divulgação jornalística e relações públicas – comunicação empresarial na prática, de Dorothy Doty, pela Cultura Editores Associados e A força da comunicação, de Frank Corrado, pela Makron books.

O ideal, dizem os mais experientes, é que para se tornar um bom assessor o rito de passagem por algumas redações é imprescindível, antes de enfrentar a rotina de uma assessoria. Mas, como as redações passam por um processo de enxugamento nos últimos anos, fica cada vez mais difícil que os novatos vivam essas experiências.

Então, para futuros assessores(as) que desconhecem o funcionamento dos meios e querem entender a realidade dos profissionais de imprensa, algumas informações fundamentais podem ser encontradas em Pragmática do jornalismo, do professor Carlos Chaparro, publicado pela Summus editorial; A arte de fazer jornal diário e O que é ser jornalista, de Ricardo Noblat, e outros títulos sobre os campos específicos do jornalismo (científico, cultural, digital, econômico, esportivo, internacional, de rádio, de TV e de revista) lançados pela editora Contexto, que recentemente investiu também num título voltado para o segmento: Assessoria de imprensa – como se relacionar com a mídia, de Maristela Mafei, uma das sócias fundadoras do grupo Máquina, agência de comunicação.



Escrito por Assessoria de Comunicação às 18h15
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Continuação

Fonte: Observatório da Imprensa

Postado por Marla de Queiroz

JORNALISTAS vs. ASSESSORES
Leituras que fazem a cabeça de um assessor (continuação)

 

Falam as fontes

O livro de Isabel Siqueira Travancas, O mundo dos jornalistas, da Summus, reúne também algumas boas orientações. É uma publicação adaptada da dissertação de mestrado em Antropologia, apresentada como conclusão do programa de pós-graduação no Museu Histórico Nacional. A autora acompanhou passo a passo, durante três anos, o cotidiano de vários jornalistas de rádio, TV e jornal, em seus ambientes de trabalho e nas suas vidas pessoais. A dura realidade do profissional de imprensa, com suas angústias e ansiedades, está registrada nesse trabalho. Assim como nas experiências assinadas por Elvira Lobato, em Instinto de repórter, da Publifolha e Muita sorte e pouco juízo, de José Roberto de Alencar, da Ateliê Editorial.

Aos empresários e políticos e também aos assessores que têm dificuldades de relacionamento com a imprensa, o mais recomendável é dar uma lida no Manual da fonte – como lidar com os jornalistas, do jornalista Geraldo Sobreira, da Geração Editorial. Linguagem simples e direta sobre alguns aspectos que devem ser observados pelos candidatos a futuras "fontes". Opiniões de políticos conceituados e dicas sobre os momentos e locais (destacando-se Brasília) mais propícios para posicionar temas com competência.

Pelo lado das fontes, um trabalho interessante é Imprensa na berlinda – a fonte pergunta, organizado pelos jornalistas Norma Alcântara, Carlos Chaparro e Wilson Garcia. São 493 perguntas feitas pelas fontes de diversas organizações a jornalistas das mais diversas áreas. Editado pela Celebris. Nesta mesma linha dos relacionamentos estão os manuais Como virar notícia e não se arrepender no dia seguinte, de Vera Dias, editora Objetiva; Quem tem medo de ser notícia, de Marilene Lopes, editada pela Makron; Vença com a mídia, de Túlio Milman e Heitor Kramer, da Artes e Ofícios; Quem tem medo da imprensa? Como e quando falar com jornalistas, de Regina Vilela, da Campus; Comunicação para a Produtividade, de Eduardo Pinto, editora Quartet; Assessoria de imprensa – como fazer, de Rivaldo Chinen, da Summus; Manual de comunicação empresarial, editado pela Prefeitura do Rio, da série Estudos, e Um manual de mídia para mulheres, da agência de divulgação dos EUA. Coletâneas marcantes

Sobre os meandros das organizações, também recomendável a executivos e pretensos(as) assessores(as), uma dica imperdível: Cultura, poder, comunicação e imagem, do professor Gaudêncio Torquato, editado pela Pioneira. As instituições, empresas e seus respectivos "poderes" são "desvendados" e "desnudados" por esse trabalho, muito interessante pela sua simplicidade, sem ser simplório, e por deixar de lado o "ranço acadêmico". Com proposta semelhante, um "tom mais informal", e uma visão de um profissional de outra área, Imagem empresarial e Comunicação empresarial integrada, ambos de Roberto de Castro Neves, e da mesma editora, a Mauad.

Aos pequenos e médios empresários sobram exemplos interessantes em A comunicação da pequena empresa, da dobradinha Paulo Nassar e Nelson Gomes, pela editora Globo. E em Marketing e divulgação da pequena empresa, de Rivaldo Chinem, da editora Senac. Para quem quiser aprofundar-se um pouco mais, aí sim, existem duas outras obras do próprio Gaudêncio, também fundamentais: Comunicação empresarial e comunicação institucional e Jornalismo empresarial, ambas da Summus. Mais recentemente, publicado pela Thomson, o Tratado de comunicação organizacional e política, obra arrebatadora e que reúne conceitos, técnicas, casos, projetos, orientação e consultoria. Só Comunicação na era da qualidade – a comunicação empresarial se prepara para enfrentar os desafios do século XXI, da Comtexto, assinada pelo professor Wilson da Costa Bueno se assemelha, na densidade, exige fôlego de qualquer leitor para consumir suas tantas páginas. Este ano, o jornalista e professor Wilson Bueno lançou Comunicação empresarial no Brasil: uma leitura crítica, também da editora Comtexto.

Algumas coletâneas são marcantes: Assessoria de imprensa – o papel do assessor, de vários autores, da Fenaj; Abaixo o Nada a Declarar – o assessor na era da globalização, também de minha autoria, que reúne experiências, as mais diferenciadas possíveis, nas esferas pública e privada. Petrobrás, Xerox, Coca-Cola, e Publicom estão entre elas; com Josias Nascimento, também organizei a coletânea Saúde e imprensa – O público que se dane, editada pela Mauad; Deu no jornal é organizada por Álvaro Caldas, com um capítulo específico, denominado Assessoria de imprensa, assinado por Clarice Abdala, edição da PUC-RJ. A conquista do voto, da Brasiliense, contém um capítulo sobre Assessoria de imprensa, escrito por Carlos Brickmann. Expert no assunto

O próprio Brickmann, aproveitando sua experiência na esfera política, escreveu A vida é um palanque – os segredos da comunicação política, pela editora Globo. Mais recentemente, a coletânea Jornalismo e Relações Públicas: ação e reação – uma perspectiva conciliatória possível, da Mauad, trouxe a contribuição de 26 profissionais das duas áreas para um debate amplo sobre os conflitos que envolvem as profissões. Foi organizada por Boanerges Lopes e Roberto Vieira.

Experiências com nichos, bem como voltadas para demonstrar o funcionamento de determinadas ferramentas, já ocupam um lugar de destaque na literatura. É o caso de Comunicação e marketing: fazendo a diferença no dia-a-dia de organizações da sociedade civil, de Sylvia Bojunga Meneghetti, da Editora Global; Manual de comunicação e meio ambiente, organizado por Marcello Vernet, fruto de parceria do IEB, WWF e Editora Peirópolis; Jornalismo empresarial, de Jaurês Palma, da Editora Sagra Luzzatto; e Comunicação sindical, de Cláudia Santiago e Vito Giannotti, da Vozes. Tudo sobre release pode ser encontrado no livro Releasemania, de Gerson Moreira Lima. Após sua leitura é difícil não se tornar um expert no assunto. No trato com as crises

Para se conhecer as bases de um bom treinamento para se relacionar com a mídia, nada melhor do que ler atentamente Media training, de Nemércio Nogueira, da Cultura Editores Associados. Quem quiser ter informações de como produzir um bom house organ não pode deixar "passar em branco" a leitura do livro Jornal de Empresa – criação, elaboração e administração, de José Antônio Rosa e Thereza Cristina Guerra da Cunha, editado pela STS. Detalhes de pauta, diagramação, composição e muitos outros assuntos são tratados de uma forma direta e clara.

Na área governamental, destacam-se Entre o poder e a mídia – assessoria de imprensa no governo, de Marco Antônio de Carvalho Eid e As sete portas da comunicação pública – como enfrentar os desafios de uma assessoria, de Maurício Lara. O primeiro da M.books e o segundo da editora Gutenberg. Uma bela experiência de comunicação, a partir de uma estrutura partidária, pode ser observada com a leitura de Comunicação militante, de Francisco Cavalcante e Ruth Helena Guimarães Vieira, da Labor Editorial.

No trato com as crises que se sucedem em diversas organizações e que estabeleceram novas ferramentas na área de assessoria, nada melhor do que acompanhar atentamente as idéias de Mário Rosa, em A síndrome de Aquiles – como lidar com as crises de imagem, da editora Gente, e A era dos escândalos, da Geração Editorial. Pense rápido – crise, de Ros Jay, da Manole; e De cara com a mídia – comunicação corporativa, relacionamento e cidadania, de Francisco Viana, da Negócio Editora, complementam informações para os que pensam em se especializar na ajuda às organizações para superarem suas crises..Leitura imprescindível

No trato com as celebridades, dois textos se destacam: Divina comédia da fama, do jornalista Xico Sá, e Fama – como se tornar uma celebridade, de Nara Damante, editora Matrix. São verdadeiros manuais para aqueles que pensam em conseguir um lugar ao sol entre os famosos.

Nem o campo da ficção escapa hoje do segmento. É que demonstram Rai Dizazzo em Quem falou isso? Uma parábola de negócios, da Record, e Fábio Steinberg com Ficções reais – o mundo corporativo e seus estranhos habitantes, da Campus. Difícil conter o riso, mas facílimo de perceber como os problemas são muitos para quem investe profissionalmente na área.

Consultas que podem evitar equívocos éticos e legais, na prática diária que envolve o relacionamento entre jornalistas, relações-públicas e publicitários, e com empresários e autoridades, ajudando em estratégias bem-sucedidas, estão relacionadas com a leitura do Vade mecum da comunicação, de Reinaldo Santos, Editora Destaque. Assim como Legislação da comunicação social – curso básico, de Antonio Costella, editora Mantiqueira; Ética e códigos da comunicação social, de Alberto André, editora SagraLuzzatto, e Noções de direito para jornalistas – guia prático, do TRF da 3ª região. As principais leis e códigos que regulamentam a área de comunicação estão contidos nestas obras. Leitura imprescindível. Divertimentos e obrigações

Duas obras importantes e leituras obrigatórias para estudantes, profissionais e demais interessados nessa área tão significativa e que tem aberto as portas para a maioria dos recém-formados e criado oportunidades em muitas organizações. O primeiro é o livro Assessoria de imprensa, teoria e prática. Os autores, Luiz Ferraretto e Elisa Kopplin, são docentes da Unisinos e profissionais que atuam em assessoria naquela região. O livro parte de uma abordagem histórica, discute alguns conceitos emergentes e arremata com os procedimentos práticos para um exercício profissional correto. Deve fazer parte de qualquer biblioteca particular.

A obra mais completa no momento foi organizada por um profissional que transita nas duas áreas, com formação dupla, em Jornalismo e Relações Públicas. O que na verdade é altamente recomendável para aqueles que estão em busca de ocupar espaços no mercado. Jorge Duarte assina a obra Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia – teoria e técnica, na companhia de craques na área como Carlos Chagas, Graça Caldas, João José Forni, Carlos Chaparro e Wilson Bueno, entre outros. São 411 páginas que se estruturam num conjunto de textos que vão da história e da caracterização das assessorias, passam pelos fundamentos e técnicas, orientam o iniciante, subsidiam o profissional e auxiliam fontes no relacionamento com os meios de comunicação e com suas próprias assessorias.

Aí estão alguns dos "divertimentos" e " obrigações" de qualquer candidato(a) ao exercício no campo da assessoria.

 



Escrito por Assessoria de Comunicação às 18h11
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Assessoria de Imprensa Esportiva (continuação)

 

Publicado por: Christiano Campos

 

 

Entrevista: Renata Garavaglia

Assessora de Imprensa de Esportes Olímpicos do C.R.Flamengo.

 

 

1- Qual é a função de um assessor de imprensa esportivo?

R: Nesse caso, o papel do assessor de imprensa é representar o atleta, divulgando imagens e currículo do mesmo. Organizar e auxiliar o atleta em eventos, buscar manter a integridade do atleta mediante as críticas não construtivas.

 

2- Como esta a assessoria de imprensa esportiva no Brasil ?

R: Na minha opinião, o cargo de assessor de imprensa vem crescendo bastante. O mercado brasileiro está muito dependente da tradicional assessoria de imprensa. Com isso, a função do assessor de imprensa vem ganhando espaço e, cada fez se fazendo mais necessária.

 

3- Qual a importância da assessoria para o esporte / atleta ?

R: Hoje em dia, não existe um atleta de ponta que não tenha uma assessoria de imprensa, seja ela particular ou do Clube representante. Quando o atleta está representando o Brasil em uma competição de alto nível, fica a cargo do assessor de imprensa manter os veículos de comunicação informados e atualizados, com o envio de resultados e imagens do atleta na competição.

 

4- Qual a principal diferença da assessoria esportiva para as demais ?

R: Infelizmente, o esporte não tem o espaço merecido nos veículos de comunicação. Com isso, o assessor de imprensa acaba tendo um trabalho a mais para fazer o esporte ou o atleta ganhar visibilidade.

 

 



Escrito por Assessoria de Comunicação às 15h50
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Assessoria de Imprensa Esportiva

 

Publicado por: Glenda Oliveira e Christiano Campos

 

A imprensa desempenha papel importante no processo de formação da imagem de um atleta ou entidade. É um dos canais pelos quais o atleta / entidade se comunica com os seus diversos públicos. Só que essa comunicação pode acontecer mesmo quando a entidade não fala. Isso porque os jornalistas podem obter informações através de terceiros que falam por ela - fornecedores, clientes, parceiros, credores e até concorrentes. Por isso, o atleta / entidade precisa planejar o processo da comunicação com a imprensa, estabelecendo uma relação contínua e coerente com a sua realidade. Dessa forma, reduz riscos de danos a sua imagem.

A relação com a imprensa é de troca. O jornalista quer informações novas e interessantes para serem veiculadas e os atletas / entidades querem que seus serviços,  ações de responsabilidade social, patrocínios e valores sejam divulgados, já que o esporte hoje é um business, com patrocinadores que investem muito. É preciso dar um retorno e um atendimento a esse patrocinador

O jornalista Rodrigo Paiva, é um dos responsáveis pelo fortalecimento da assessoria esportiva.  Um dos primeiros a exercer o cargo de assessor de imprensa em clubes de futebol - começou no Flamengo, no início dos anos 90. Rodrigo tem um currículo extenso e variado. Do clube rubro-negro, foi trabalhar com Romário, depois com Ronaldo Fenômeno e, desde 2002, é o responsável pela assessoria de imprensa da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

 

Quando ele iniciou o trabalho na CBF, a entidade não possuía a menor estrutura para o atendimento à imprensa e que havia certo privilégio para determinado grupo de jornalistas, que faziam plantão na sala de imprensa da CBF. "A primeira providência foi criar o site, com a pretensão de ser uma agência de notícias, para que todos os jornalistas soubessem o que acontecia com a CBF no mesmo instante, tanto o profissional aqui do Rio de Janeiro quanto o do Acre, que não pode acompanhar nosso dia a dia. De início a idéia não foi bem recebida pela imprensa, mas hoje todos entendem a importância do nosso trabalho". 

 

Ele lembra, por exemplo, de afirmações do tipo "Seleção é escalada pela Nike! Ronaldo passou mal por causa da Nike! Seleção perdeu o título por causa da Nike!", culpando a empresa pelo mau desempenho do time em campo. "Quando isso acontece, temos que saber que ações desenvolver para evitar crises e, nesse aspecto, a profissionalização da CBF no setor de imprensa foi muito importante.

 



Escrito por Assessoria de Comunicação às 15h44
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Assessoria em rádio

Fontes: Jornalistas das rádios Paradiso FM e Mix Rio FM

Publicado por: Glenda Oliveira

 

A primeira preocupação do assessor em rádio, deve ser o lugar para onde está mandando sua pauta. Ele deve saber se o assunto que quer divulgar tem relevância regional ou nacional, se é mais ou menos popular, para enviar a informação para o local certo. Caso contrário, o produtor não vai dar a devida importância aos e-mails deste profissional.

Outra questão abordada é a relação direta das sugestões de pauta com a falta de tempo nas redações. As redações estão enxutas e cada vez mais uma única pessoa desempenha várias funções. O assessor de uma rádio deve ter isso em mente e sugerir uma pauta com o maior poder de síntese possível. Mesmo recebendo centenas de e-mails de assessorias por dia e só será lido aquilo que realmente interessa e que está resumido

A assessoria de imprensa também deve se preocupar em treinar o entrevistado que sugeriu para atuar de acordo com o perfil da rádio em que será entrevistado. Se o programa for dinâmico, o ideal é que o entrevistado consiga acompanhar o ritmo. No entanto, mesmo que o assessor erre com um produtor em determinado momento, é possível reverter a situação. Em primeiro lugar, é preciso deixar o erro cair no esquecimento. Depois de dar um tempinho, é legal o assessor chegar para o produtor e admitir o erro, para buscar recomeçar a relação do zero.

 Vale a pena destacar que o entendimento da função de cada profissional é de extrema importância para que a relação renda bons frutos. Cabe ao produtor saber focar o fato jornalístico. Ou seja, entre todas as pautas sugeridas, temos que filtrar o que é relevante para o nosso público. O assessor de imprensa, por sua vez, tem que estar antenado com os fatos relevantes para a imprensa a fim de encaixar seu produto na mídia. Assim é possível conseguir um bom resultado para os dois lados.

 



Escrito por Assessoria de Comunicação às 14h17
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Quando o assessor é inacessível

Publicado por: Fernanda Lizardo

Pegue o telefone e ligue para qualquer grande empresa. Identifique-se como repórter e peça para falar com a assessoria de imprensa. Asseguro que, certamente, você não encontrará dificuldade para fazer contato. Assessores, em geral, são cordiais, solícitos e correm atrás das informações das quais o jornalista necessita. Mas, ora bolas!, esse não é exatamente o trabalho deles?!

Porém, quando as celebridades entram em pauta, a história é outra. Principalmente se há alguma polêmica envolvendo o entrevistado. Nesse caso, o assessor pode se reservar ao velho (mas não incorreto) "Não vamos comentar o assunto" ou... Ou absorver a fama de seu assessorado e se sentir no direito de tratar mal o repórter que apenas cumpre sua função.

Abaixo, o jornalista Marcos Pierry expõe sua conturbada relação com a assessoria de imprensa do cantor Roberto Carlos.

Você acha que assessores às vezes perdem os limites da educação ou a culpa é dos jornalistas que, para salvar o próprio pescoço e fechar a matéria sem estourar o prazo, exageram na insistência? De quem é a culpa?
Leia o texto de Marcos Pierry e opine!

A assessoria e o mito

Marcos Pierry

Costumo discordar de um preconceito muito corrente nas redações, segundo o qual o assessor de imprensa é um jornalista frustrado. Porém, a sra. Ivone Kassu, que presta esse tipo de serviço para o cantor Roberto Carlos não me vem dando alternativas. Trabalho em um jornal popular, o Agora São Paulo, e, nos últimos meses, diversos assuntos relacionados ao Roberto têm me servido de pauta.

Em setembro de 99, por exemplo, no aniversário dos 40 anos de carreira do cantor, enviei um fax com algumas perguntas para o escritório da sra. Kassu, no Rio de Janeiro, e não obtive sequer uma resposta negativa. Sei que o Rei só fala praticamente uma vez por ano, em entrevista coletiva na época do Natal, mas o meu dever era tentar e o dela, responder, já que foi por sua própria sugestão que enviei o fax.

Mais recentemente, por ocasião do internamento de Maria Rita, esposa de Roberto, dei plantão quase que diariamente no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Compreendo que era um assunto bem mais pessoal e delicado e, por conta disso, eu e colegas de outros veículos tínhamos uma tendência a relevar as indelicadezas da sra. Kassu, que tinha o hábito de desligar o telefone na cara dos jornalistas. Em seu escritório, no Rio, sempre informavam que somente a própria Ivone, que passou a maior parte do período junto ao cantor no hospital, poderia falar sobre o assunto Roberto Carlos. Quando tentávamos falar com ela através de seu telefone celular, era sempre uma incógnita – em algumas vezes, a assessora atendia; em outras, desligava após eu me identificar.

Nas últimas semanas, mais uma vez, Roberto Carlos cruzou meu caminho em novas pautas. Uma delas, sobre a volta do cantor aos palcos e estúdios, passa necessariamente por sua assessoria de imprensa. Mas, infelizmente, a sra. Ivone Kassu continua a mesma, desligando o telefone no meio das conversas. Suas reações sugerem insatisfação na prática de suas atividades profissionais ou uma simples falta de educação e traquejo social para lidar com a imagem de uma pessoa, como o Roberto Carlos, que já transcendeu o reconhecimento artístico e é um verdadeiro mito popular. É uma pena que o comportamento do súdito não esteja à altura do Rei.

Matéria originalmente publicada no site do Observatório da imprensa em 11/02/2000.



Escrito por Assessoria de Comunicação às 15h52
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O que é assessoria de imprensa?

A Assessoria de Imprensa é um instrumento dentro do composto de Comunicação desenvolvida para as organizações, fazendo parte das atividades da área de comunicação. Ao contrário do que alguns equivocadamente pensam, a tradução do inglês Publicity não tem a ver com Publicidade, mas apenas com assessoria de imprensa. Sua principal tarefa é estabelecer ligação direta entre uma organização do primeiro, segundo ou terceiro setores...

A Assessoria de Imprensa trata da gestão do relacionamento entre uma pessoa física, entidade, empresa, órgão público e a imprensa. No Brasil, os profissionais que desempenham a função de Assessoria de Imprensa costumam ter formação em Relações Públicas e em Jornalismo. Em outros países, a função não é reconhecida como jornalística, e sim como de relações-públicas.

Uma Assessoria de Imprensa trabalha para um assessorado, que pode ser um cliente particular ou uma instituição. Empresas,pessoas físicas como "personalidades", médicos, advogados, músicos e instituições e organizações como empresas estatais, autarquias, governos, partidos, sindicatos, clubes, ONGs, ou indivíduos, entre outros costumam utilizar serviços de assessoria de imprensa. O interesse pela assessoria, em geral, é determinado pela geração de informações de interesse público.

Funções da Assessoria de Imprensa

*Estabelecer relações sólidas e confiáveis com os meios de comunicação e seus agentes, com o objetivo de se tornar fonte de informação respeitada e requisitada.
*Criar situações para a cobertura sobre as atividades do assessorado, para alcançar e manter – e, em alguns casos, recuperar – uma boa imagem junto à opinião pública.
*Apresentar, firmar e consolidar as informações pertinentes aos interesses do assessorado no contexto midiático local, nacional e internacional.
*Implementar a cultura de comunicação de massa nos aspectos interno e externo relativamente ao assessorado por meio de condutas pró-ativas junto à estrutura midiática.
*Capacitar o assessorado e outras fontes de informação institucionais a entender e lidar com a imprensa.
*Uma das principais funções do assessor de imprensa é aproximar dos meios de comunicação a realidade das empresas, suas notícias e principalmente informações de interesse público. É impossível para os meios de comunicação ficarem sabendo de tudo o que ocorre em entidades privadas e organismos governamentais sem a ajuda de um assessor de imprensa.

Postado por: Fernanda Lizardo de Sousa
Fonte: Wikipédia



Escrito por Assessoria de Comunicação às 12h47
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