Assessorando


Estratégia de Comunicação
(Por João Vítor Matallo)


Estratégias da comunicação para a imagem corporativa

Pergunta de uma brasileira dirigida a um Senador, por meio do “Fala Cidadão”, serviço de atendimento ao cidadão do Senado Federal:
“Senador, o que se pode fazer para mudar a imagem da polícia na Brasil?”
A curta pergunta da cidadã brasileira reflete, de maneira simplória, a grande farsa que encerra o conceito de imagem. A critica negativa que a sociedade faz a respeito da polícia foi apreendida como uma questão de imagem e não de atitude e comportamento.
Não foi um engano de palavras, foi um engano de idéias, uma colocação ideológica, resultado da realidade espetáculo construída cotidianamente pelo marketing e disseminada pela mídia. A pergunta denuncia também que já se ultrapassou o sentido de imagem como reflexo ou representação de algo. Vai-se além quando imagem significa vivenciar um real que não tem correspondência com fatos nem com verdades, mas que é desejável e de ser alcançado com mudanças de aparência, em lugar de construído com atitudes.
Em geral a imagem é considerada o grande patrimônio de uma empresa, algo que possui um valor superior até aos produtos ou serviços que ela oferece no mercado. Recentemente a identidade corporativa ajustou-se ao conceito de imagem como uma visão capaz de ser construída apensa com base em elementos visuais e estéticos. Imagem como jogo com sentimentos, desejos e pulsões; enfim, a psique do publico consumidor. Nesse sentido a identidade de uma empresa não está em si mesma, mas na visão que o consumidor e a opinião publica tem dela, e isso depende não tanto de atitudes concretas, da excelência de produtos ou serviços, mas sobretudo da fama criada pelo marketing.

A analise das estratégias mais conhecidas como soluções eficazes e produtivas para a corporação não confirma inteiramente o mito do poder da comunicação, pelo menos se ela for considerada como pretendem os profissionais e acadêmicos da área. Nos últimos anos, percebe-se que a comunicação nas empresas tem-se mantido a reboque do marketing, desempenhando um papel acrítico e reativo. A comunicação reage às reclamações dos consumidores com programas especiais de atendimento; reage aos desejos confessos ou ainda latentes dos consumidores criando novos desejos com a publicidade; reage ao esgotamento das necessidades de produtos por parte do consumidor com a criação de marcas que garantem felicidade, sucesso e status. No entanto, todas essas técnicas estão a serviço das estratégias montadas pelo marketing. Isso é possível de ser percebido quando se confrontam áreas tradicionais das relações publicas com os novos usos que delas se faz. Constata-se então que cada vez mais a função comunicação é um braço do marketing e um instrumento para a construção da imagem corporativa.
No interior das corporações, a função da comunicação se multiplica e se engrandece como instrumento do antiqüíssimo conflito capital x trabalho, que persiste e se renova no capitalismo liberal sob formas cada vez mais sofisticadas, tal como a argumentação amplamente difundida pela mídia, e por isso mesmo a cada dia mais crível, de necessidade de “liberdade de negociação” entre empregador x empregado.
Nada disso é novidade. As técnicas e as atividades de comunicação sempre foram instrumentos de manutenção e resguardo da democracia capitalista, desde que Ivy Lee transformou Rockfeller em um velhinho simpático e quase bonachão. A renovação é sistemática em qualquer empresa e o que muda é a forma e os meios em conseqüência da tecnologia de informação, que, alias, é o recurso preferencial entre os mais recentes estratagemas corporativos para restaurar técnicas tradicionais.

Estratégias de Comunicação para o Terceiro Setor


A comunicação é umas das principais ferramentas do marketing. As empresas com fins lucrativos costumam utilizar a comunicação para estimular vendas, motivas consumidores, melhorar a imagem de sua marca junto ao publico em geral e envolver os distribuidores.
As organizações do terceiro setor, da mesma maneira, podem utilizar as ferramentas de comunicação com diversas finalidades: podemos buscar novos parceiros e doadores, recrutar voluntários, informar conselheiros e outros parceiros sobre o andamento das atividades, aumentar o envolvimento dos beneficiários e de suas famílias, prestar contas à sociedade sobre como estamos investindo os recursos que recebemos, etc.
As decisões envolvidas no tema comunicação são muitas: o que dizer, a quem dizer, quando dizer, com que freqüência, de que forma, por que meio de comunicação, entre outras.
O processo de comunicação tem suas variáveis:

Emissor/ Receptor:
Representam as partes envolvidas na comunicação. O emissor precisa saber que publico quer atingir e que reações pretende gerar neste publico. Desta forma, o primeiro passo para se desenvolver um sistema de comunicação eficiente é eleger o publico para o qual esta comunicação será dirigida, ou seja, quem é o receptor.

Codificação/ Decodificação:
Toda simbologia utilizada durante o processo de comunicação precisa ser estudada criteriosamente. Parte da informação que será recebida pelo receptor está relacionada à forma como o texto é redigido, às fotos e figuras utilizadas na comunicação, à música usada em uma propaganda e a outros códigos. Para que uma mensagem seja efetiva, o processo de decodificação precisa ser coerente com as experiências passadas do receptor e com suas expectativas.

Mensagem:
A forma como codificamos a mensagem pode influir muito no resultado da comunicação (feedback). A compreensão da mensagem pode ficar prejudicada se ela não levar em conta todo o sistema de crenças e valores do receptor. É o que chamamos de distorção seletiva. Os receptores vão ouvir apenas o que se ajusta às suas expectativas e às suas crenças. Eles podem “alterar” a mensagem durante o processo de decodificação, ignorando informações importantes que não estão de acordo com o seu sistema de crenças e/ou “acrescentar” informações que possuem de outras fontes e que também alteram o conteúdo da mensagem que queríamos transmitir. Quanto mais simples, clara e direta for a mensagem, maior a probabilidade de que o receptor a compreenda corretamente, sem distorcer a informação recebida.

Mídia:
Os meios de comunicação devem ser escolhidos de acordo com as características do publico que se deseja atingir. Alem disso, cada meio de comunicação tem características próprias, desempenhando um papel diferente no processo de comunicação. Quando desenvolvemos um plano de comunicação, devemos ter em mente que uma mesma pessoa poderá ser impactada por várias mídias diferentes e que o processo de comunicação com esta pessoa será a somática de todos estes impactos.


Escrito por Assessoria de Comunicação às 16h17
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Exemplo de release 3

(por Danilo Vieira)

Governo de Santa Catarina inaugura projeto Teatro na Lousa

         Não poderia haver melhor iniciativa para o governo de Santa Catarina do que levar o teatro para dentro das salas de aula das escolas estaduais. Investir no ensino de base tem sido nos últimos anos um dos pilares das políticas de governo. Assim, o projeto Teatro na Lousa é a continuidade de um trabalho maior, que envolve o grande compromisso do governo estadual com a formação de nossos jovens.

         O projeto começou em abril deste ano e, em apenas três meses, reuniu cerca de 14 mil alunos, em 36 apresentações realizadas por 16 escolas catarinenses. Depois de Liberdade, liberdade, de Millôr Fernandes e Flávio Rangel, o projeto traz o espetáculo Sossego e Turbulência no Coração de Hortência. O texto inédito do dramaturgo José Antônio de Souza, conta a história da jovem Hortência, em duas épocas distintas. A primeira remonta às últimas décadas do século XIX, e a segunda, aos dias atuais. Em cada época, o espetáculo denota os anseios, as lutas e reivindicações da mulher dentro da sociedade. A peça também traz uma abordagem histórica, mostrando a evolução de temas ligados à economia e à política do País.

         Além da preocupação em selecionar espetáculos que proporcionem ao jovem uma reflexão sobre a realidade que o circunda, o projeto catalisa a interação entre classe artística e iniciativa privada, estimulando o debate como forma de aprendizado. Fazer com que o aluno compreenda a informação por meio do diálogo faz parte da principal missão do projeto: o pensamento.

Aproveite o espetáculo!

 

 



Escrito por Assessoria de Comunicação às 20h34
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Exemplo de release 2

(por Danilo Vieira)

Banco X inaugura centro cultural em Porto Alegre

 

Investir em cultura já é tradição para o Banco X. Com uma forte filosofia de responsabilidade social, o Banco patrocina programas ligados à vida acadêmica, portais de educação e bibliotecas virtuais em várias partes do mundo.

No Brasil, a escolha do Rio Grande do Sul para a instalação do X Cultural é estratégica. Com forte atuação na região Sul e Sudeste, o banco quer integrar-se à cultura local, interagir com a comunidade  e estar mais próximo dos países que integram o Mercosul.

O prédio escolhido para abrigar o X Cultural, em Porto Alegre, é tombado pelo patrimônio histórico do Rio Grande do Sul. A construção tem 9,5 mil metros quadrados e foi sede dos Correios. O projeto de restauro e adaptação do prédio, feito pelo arquiteto Zé das Couves, recebeu um investimento de aproximadamente R$ 12 milhões.

Entre  concepção, aprovação e obras, o projeto levou 4 meses, e envolveu mais de mil pessoas. A preocupação era preservar o estilo arquitetônico original- que data da década de 20 - e, ao mesmo tempo, promover uma interação entre os estilos contemporâneo e neoclássico.  Por ser tombado pelo patrimônio histórico, poucos detalhes puderam ser acrescentados ao projeto original. Nem mesmo o telhado, com 33 mil telhas, pôde ser trocado. As telhas foram retiradas e lavadas em um processo especial, para que pudessem ser recolocadas. Mas entre as novidades do projeto, o destaque fica por conta do Átrio. Construído especialmente para abrigar shows e espetáculos, o Átrio é uma estrutura de vidro e metal, de 600 metros quadrados, de onde se pode ver os vitrais que cobrem o teto do prédio. As luzes que passam pelo teto do Átrio são refratadas pelos vitrais e ajudam a  iluminar o piso térreo do X Cultural, numa espécie de prisma, que confere um colorido particular ao local.

 Com tudo isso o X Cultural, se transformou em um dos únicos locais no País com condições ideais para receber obras de arte. “Não existe no Brasil um espaço cultural que reúna todas essas condições”, resume o arquiteto Zé das Couves.

Áreas de atuação

 

 Artes visuais

O X Cultural tem como missão articular, integrar, refletir, documentar e difundir a produção artística do Rio Grande do Sul, trazendo a Porto Alegre exemplos significativos de produções do País e do exterior, capazes de revelar tendências e propor extensões temáticas para outras áreas de atuação.

Em quatro anos de existência já passaram pelo X Cultural 13 mostras, além de três Bienais do Mercosul. A mostra Mirabolante Jacó, que fica no X Cultural, até 28 de agosto de 2008, é um exemplo da importância que o espaço conquistou na comunidade. Em pouco mais de quatro meses, mais de 150 mil pessoas visitaram a exposição.

Cinema

Uma programação regular e mostras temáticas, proporcionam ao espaço uma produção multicultural de qualidade, não coberta pelos circuitos comerciais. Esta área também abrange a produção independente dos cinemas brasileiro, europeu, oriental, latino-americano e norte-americano. Toda programação é realizada em parceria com a Multiplex Cinema, de Porto Alegre. 

 

Música

Mesclando estilos, gêneros e tendências, a programação musical contempla tanto o fazer como o ouvir música. Oficinas, seminários e espetáculos conferem a diversidade necessária a um público que busca novas sonoridades. Nomes importantes da música brasileira e internacional como Hermeto Paschoal, Jorge Drexler, Belchior, Tom Zé e Nana Vasconcelos já passaram pelo palco do X Cultural nesses quatro anos.

 

Selos de entretenimento

Os espaços que, anteriormente, abrigavam cofres de selos foram transformados em sala de cinema, com capacidade para 60 pessoas; restaurante (Moeda) com capacidade para mais de 100  pessoas; e um café/bar (Café do Cofre).

 

 



Escrito por Assessoria de Comunicação às 20h27
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Exemplo de Release 1

Lançamento de um produto bancário:

(por Danilo Vieira)

BANCO X fecha parceria de Crédito Imobiliário no Rio Grande do Sul        

Superintendente diz que  parceria configura “ uma ótima oportunidade de aproximação com o segmento imobiliário gaúcho.”

 

 

O Banco X e a Companhia Cidade de Crédito Imobiliário anunciaram, na semana passada, uma parceria operacional para facilitar o financiamento da casa própria no Rio Grande do Sul. A parceria estabelece funções complementares entre a Cidade e o banco. A idéia é agilizar os trâmites necessários à aprovação do financiamento, uma vez que toda a análise jurídica da documentação passa a ser feita em Porto Alegre, pela Cia. Província.

         Segundo Paulo Costa, superintendente de Crédito Imobiliário Pessoa Física, a análise jurídica  realizada localmente dará maior agilidade ao negócio. “Além de ser uma ótima oportunidade de aproximação com o segmento imobiliário gaúcho, essa parceria reduzirá o tempo de tramitação dos documentos, reduzindo burocracias e fidelizando o cliente.”

         Além desta parceria, o Banco lançará no Estado, no mês de Agosto, o SuperCasa10-  financiamento voltado à aquisição de imóveis de valor igual ou superior a R$ 350 mil. “Entendemos que estas ações aumentarão ainda mais os negócios imobiliários que o  Banco X possui na região”, ressalta Costa.

         Para Zé Pires, diretor da Cia. Cidade, o crescimento do mercado imobiliário, pressupõe a ação de agentes preparados e disponíveis a atender a futura demanda. “Essa parceria com o Banco X é o primeiro estágio de um relacionamento que certamente trará benefícios a todos. Contar com o respaldo de uma instituição como essa é um privilégio”,  completa.

 

 



Escrito por Assessoria de Comunicação às 20h16
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Sobre o Press Release:

(por Danilo Vieira)

 

Press-Releases ou Comunicados de Imprensa, ou apenas releases são documentos divulgados por assessorias de imprensa para informar, anunciar, contestar, esclarecer ou responder à mídia sobre algum fato que envolva o assessorado. É, na prática, uma declaração pública oficial e documentada do assessorado.

Geralmente, releases são usados para anúncios e lançamentos de novidades, que a Assessoria procura fazer virar notícia. Um release bem estruturado pode ser o mote para uma pauta. O release deve conter informação jornalística com objetivo — ou seja, ser ao mesmo tempo de interesse jornalístico e institucional.

Eventos: releases sobre eventos devem antecipar todos os dados relativos, além de facilitar o acesso dos profissionais de imprensa (caso exija credenciamento prévio, por exemplo). Os assessores do Bradesco, por exemplo, não vão gostar de ver a Bárbara Heliodora sendo empurrada no meio da fila da estréia do novo show do Cirque du Soleil.

Produtos: devem conter informações específicas, factuais e objetivas. Em todos os casos, uma boa contextualização do fato anunciado ajuda a inserir melhor o conteúdo do comunicado na pauta do veículo (em jargão jornalístico, dar “gancho” a uma matéria).

Release direcionado: é enviado com exclusividade para um único veículo quando se pretende negociar uma relação mais próxima entre a Assessoria e um órgão específico de imprensa.

A popularização da internet facilitou o envio de comunicados por correio eletrônico (e-mail). Como conseqüência, houve também um aumento da prática por jornalistas de publicar releases integralmente ou quase inalterado. Para críticos, isto tem gerado um esvaziamento da apuração no Jornalismo e um crescimento indevido do poder das assessorias.

Há que se ter bom senso dos dois lados do balcão.

 

 

 



Escrito por Assessoria de Comunicação às 20h03
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