postado por: Marcela Wolter
Assessoria de Imprensa, o caso brasileiro
Jorge Duarte
A atuação de jornalistas emdivulgação institucional no Brasil não é recente. Ainda na primeira metade do século,era comum a presença de jornalistas em gabinetes de divulgação de órgãos públicos,geralmente chamados setores de relações públicas, distribuindo textos para a imprensa,muitas vezes num jogo em que o profissional ganhava destaque no emprego público por terseu nome presente nos jornais e facilitava o trânsito das matérias do próprio órgãonas redações. Já relatos a respeito da implantação da atividade de assessoria naforma similar à atual dão conta que sua origem está relacionada à instalação deindústrias multinacionais automobilísticas, ao final dos anos 50. Desde então, aevolução em termos de seu uso como técnica de informação à sociedade e instrumentopara formação de imagem das organizações perante esta mesma sociedade e como mercadode trabalho para os jornalistas fez com que atingisse um estágio que talvez seja únicono mundo. No estado do Ceará, por exemplo, o Sindicato dos Jornalistas Profissionaisinforma (Fenaj, 1997: 60) que 60% dos jornalistas do Estado trabalham em assessoria deimprensa. Este percentual varia conforme o Estado, e mesmo que os dados possam não serconfiáveis, é possível acreditar que, no mínimo, 50% dos jornalistas brasileiros atuemem assessorias de algum tipo. Apesar desta evolução, até o fim dadécada de 60, a hoje chamada assessoria de imprensa era um campo de atuaçãoprofissional pouco importante e que gerava certo desprezo pelos jornalistas. A atividadeera exercida por pessoas de áreas diversas, geralmente ainda em gabinetes de relações públicas, uma profissão que tinha a atividade de administração do fluxo de informação entre organização e imprensa incluída em sua legislação profissional. Na época era natural jornalistas informarem que trabalhavam em relações públicas. Ao mesmo tempo, era comum atuarem em veículos de comunicação e acumular um ou maisempregos em órgãos públicos. A jornada de trabalho, neste caso, muitas vezes não eracumprida. ROSSI (1986:45) conta que muitas repartições públicas contratavam jornalistascom salários baixos e preferencialmente com atuação nas redações e, ainda, quecobrissem justamente aquela repartição. O objetivo era ganhar ocomprometimento dos jornalistas para obter matérias favoráveis. Este panorama,entretanto, não significa a ausência de jornalistas cumprindo papel competente emassessorias. São vários os casos de profissionais de importante presença emdivulgação ou relações públicas. A prematura regulamentação da atividade derelações públicas, ainda na década de 60, tornaria ainda mais natural a consolidaçãodo termo assessoria de imprensa para indicar os departamentos nas empresas públicas eprivadas que contavam com jornalistas. No âmbito da agenda dos veículos decomunicação, o interesse pelas organizações públicas e privadas parece ter aumentadocom a implantação do regime militar. A censura fizera com que os assuntos políticosfossem esvaziados. Como conseqüência, temas econômicos passaram a ser o escoadouronatural nas redações, embora houvesse um esforço muito grande para evitar"promover" o nome de empresas. Naquela época, ainda assim, uma empresa somenteseria citada nos jornais se "figurasse no cadastro dos anunciantes do jornal"(Erbolato, 1988: 113). A década de 1960 termina com poucos jornalistas atuando comoassessores de imprensa na forma como hoje conhecemos a atividade. Até entãoera comum o que Miguel Jorge (1992: 13) descreve: "gente sempre educada, fina, comimensa dedicação, mas completamente despreparada para a função. As empresas, muitasvezes, pegavam um bom funcionário administrativo, que tinha um ‘jeitinho’ pararelações públicas e colocavam-no para tratar com a imprensa". O difícil relacionamento de órgãosgovernamentais com os jornalistas a partir de 1968, quando foi instalada a censura, ajudoua consolidar a imagem de que assessores de imprensa agiam como bloqueadores do fluxo deinformação, como exigiam os novos donos do poder, processo similar ao que ocorreu maisfortemente com a área de relações públicas. Na maior parte do período em que o Paísviveu sob o regime militar, as assessorias de imprensa tinham como principal objetivo ocontrole da informação, com a produção em larga escala de relises e declarações,evitando-se o acesso da imprensa à organização. Veio daí a fama da assessoria deimprensa ser porta-voz do autoritarismo ou dos grandes grupos econômicos. Do lado dogoverno, principalmente desde a Era Vargas, existia um sistema institucionalizado decooptação de jornalistas que tornava fácil a confusão de papéis, fruto do dualismo detrabalhar para o governo como funcionário público e cobrir o governo como repórter. Emdeterminado momento do Regime Militar, metade dos repórteres credenciados no Congressoeram funcionários da Câmara ou Senado (Quintão, 1993: 230). Ao mesmo tempo,enquanto funcionário público, "nas repartições públicas o jornalista, emespecial aquele que militava na imprensa, era um proscrito. Ninguém lhe confiava nada, oque, por outro lado, deixava-o livre também de suas obrigações de trabalho"(Quintão, 1993: 219). No fim da década de 1970, com aaproximação do ocaso do regime militar, começa a acabar, também, a fase em que eramais importante ter bom trânsito junto às autoridades do que se preocupar comcomunicação (Nori, 1990: 70). O ressurgimento da democracia, da liberdade da imprensa eo prenúncio de maior exigência quanto aos direitos sociais e dos consumidores, faz asempresas perceberem a necessidade de se comunicar diretamente com a sociedade. Elas deixamo amadorismo e começam a buscar profissionais para estabelecer um bom relacionamento coma imprensa. E o momento que simboliza e, de certa maneira dá início a esta nova etapa,foi a greve dos jornalistas ocorrida em São Paulo, em 1979, que, malsucedida, gerou ademissão de vários jornalistas. Na busca de novas opções de trabalho encontraramaberto o mercado nas empresas privadas, que estavam à procura de profissionais capazesnão apenas de abrir espaço para suas informações nas redações, mas também paraelaborar produtos de comunicação empresarial como jornais, revistas e vídeos dequalidade profissional. Campoi (1984: 113) afirma que a presença de profissionaisdispensados da grande imprensa contribuiu para "maior profissionalização dessasatividades e melhor entrosamento entre essas empresas e os grandes jornais". Tambémressalta o fato do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo terfeito controle para impedir que a atividade não fosse exercida por pessoas fora da áreaprofissional (na disputa pelo promissor mercado com os profissionais de relaçõespúblicas), o que possibilitou que a atividade obtivesse maior credibilidade, ao mesmotempo que significou a extinção do já pouco uso do termo relações públicas para ojornalista que trabalhasse em divulgação. Além de alternativa ao mercado cada vezmais restrito das redações, muitos jornalistas também passaram a optar pelasassessorias de imprensa devido às condições mais tranqüilas de trabalho, semfechamentos, menor estresse, sem correrias, com horário fixo de trabalho. Outra vantagempassou a ser o salário, em geral, bem maior do que o oferecido nas redações. Comtudo isso, a partir da década de 1980, o mercado das assessorias passou a ser encaradocomo uma opção de emprego importante e natural para os profissionais de veículos decomunicação. Isso tudo faz com que as assessorias de imprensa não apenas comecem a sedesenvolver de fato, como se consolidem "seja pela profissionalização que ocorrenas suas atividades, seja pela implantação de políticas de relacionamento com osveículos (...) ou ainda pela superação de algumas incompreensões que só persistem emsetores pouco esclarecidos", como notava Bueno (1989: 94). Estas incompreensõestinham relação com a postura autoritária, praticamente de censura explícita, quecaracterizou boa parte das assessorias de imprensa nas décadas de 1960 e 1970. O interesse dos jornalistas por um novomercado de trabalho, com as vantagens de ser mais tranqüilo e melhor remunerado coincidiucom a necessidade sentida pelas empresas de estimular e profissionalizar o relacionamentocom a imprensa. E o processo poderia ser previsto. Chaparro (1994: 14) diz que "asociedade organizada tem necessidade vital de se manifestar. São empresas, escolas,igrejas, sindicatos, partidos políticos, grupos culturais, associações de todos ostipos, entidades e pessoas capazes de produzir fatos, atos, falas, bens, serviços esaberes que influenciam na atualidade". A imprensa foi identificada como um grandeinstrumento para informar e formar uma imagem positiva junto à sociedade e o jornalistacomo elo fundamental no processo. O exemplo de algumas empresas, como a Rhodia ,mostrou que a postura de organização aberta à sociedade e o investimento emcomunicação traziam retorno em visibilidade e poderiam ajudar na consecução dosobjetivos empresariais. Na avaliação de Bueno (1985:9), neste período, "acomunicação deixa de ser ‘perfumaria’, ganhando as entranhas daadministração pública e privada, e extrapola os limites dos tradicionais‘jornaizinhos’ internos para assumir o status de um complexo poderoso,intrinsecamente vinculado à chamada estratégia negocial". Ao mesmo tempo, nos veículos decomunicação, as assessorias de imprensa passaram gradativamente a ser consideradasfontes importantes de informações e apoio, inclusive porque existiam profissionais comlarga experiência em jornalismo ali atuando. Talvez o principal exemplo desta mudançaesteja em 1984, com o trabalho do jornalista Antônio Britto, assessor de imprensa doprimeiro presidente civil eleito (mesmo indiretamente) após o golpe militar de 1964.Durante a doença, que levaria o presidente eleito Tancredo Neves à morte antes deassumir, Antônio Brito fornecia informações do governo e facilitava a atuação eacesso dos jornalistas às fontes oficiais, "não como um favor, mas como umaobrigação política" (Rossi, 1986: 46). O avanço da inserção de jornalistas narea de comunicação institucional a partir desse período foi tão grande que se tornouo principal campo de atuação do jornalista no Brasil. O Sindicato dos JornalistasProfissionais do DF calculava, já em 1993, que metade dos 25 mil jornalistas brasileirosestavam "direta ou indiretamente relacionados com as assessorias, consultorias eplanejamento de comunicação" (Sant’Anna, 1993: 02). E, ao contrário do queocorria antes, quando atuavam em assessorias profissionais com experiência em redações,torna-se cada vez mais comum o jornalista sair da faculdade diretamente para umaassessoria de comunicação. Paralelamente à assessoria de imprensa, aprodução de publicações empresariais (jornais, revistas, boletins editados porempresas não-jornalísticas) passou a ser outro grande campo de atuação dos jornalistasem empresas não-jornalísticas. Criadas no Brasil como instrumento de relaçõespúblicas a partir da experiência americana, eram utilizadas por grandes empresas sob opretexto de divulgar as atividades da organização. Na realidade, faziam o contraponto aomovimento operário e buscavam anular os efeitos dos veículos de divulgação dosempregados, que haviam surgido nas últimas décadas do século anterior e mostravam-sebastante eficientes em despertar a atenção dos empregados. Os chamados house-organs surgiam principalmente nos momentos de conflito entre patrões e empregados, maspassam a ser dirigidos ao público externo. Apesar disso eram feitos, na maior parte dasvezes, de modo improvisado por funcionários de boa vontade, mas sem experiência noassunto. Tavares (1992) mostra que as publicações jornalísticas empresariais assumiramnão apenas o papel informativo, mas a "função auxiliar para atingir objetivosmercadológicos e também de interação". Isto passou a ocorrer mais claramente, nasgrandes empresas, a partir do final da década de 1960. Como na assessoria de imprensa, astransformações sociais, notadamente a abertura política e o surgimento de um fortemovimento sindical, fazem com que as empresas necessitem estabelecer canais maissofisticados com seus públicos, inclusive empregados. "O jornalismo empresarial temde diminuir sua lentidão burocrática interna, aprender a ser mais veloz e transformarsua linguagem e artigos em material de genuíno interesse do público-alvo" (Luduvig,1994: 29). Assim, há investimento em profissionais e na qualidade dos produtosjornalísticos das empresas. Como conseqüência, na década de 1980 também se estabelecea profissionalização em larga escala dos produtos de comunicação empresarial a partirde modelos tradicionais da comunicação de massa (vídeos institucionais e educativos, Tve rádio internos, jornais murais, boletins, revistas). (...)
Fonte: Comunicação Empresaria - Artigos
Escrito por Assessoria de Comunicação às 15h59
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postado por: Marcela Wolter
Por notícias bem tratadas na origem Carlos Chaparro
O XIS DA QUESTÃO - O debate sobre assessoria de imprensa precisa transpor os limites corporativistas. A discussão que se faz despreza a complexidade contemporânea do jornalismo, como se no mundo, nos últimos 50 anos, nada tivesse acontecido que modificasse os contextos e as formas de fazer dessa atividade. No mundo atual (e essa é uma realidade que não terá volta), o percurso organizado da notícia não começa nas redações, mas nas fontes. Às vezes, nem pelas redações passa. Logo, em favor do próprio jornalismo, a notícia deve ser tratada desde as origens, por profissionais habilitados. Por que não jornalistas? No jornalismo, a revolução das fontes Com freqüência que chama a atenção, surge nos debates deste espaço a questão (já velha, embora cada vez mais atual) que envolve as relações entre assessorias de imprensa e redações - mesmo quando tal assunto pouco ou nada tem a ver com os temas propostos pela coluna. De um lado e de outro, a discussão fica quase sempre empobrecida pelo viés da arrogância corporativista dos argumentos, em torno da polêmica se o assessor de imprensa deve ou não ser considerado jornalista. Ou se o seu trabalho tem ou não natureza jornalística. O que pesa na polêmica, e lhe tem dado base, é a crença de que o jornalismo, profissão secular, continua imutável como expressão e denominação de um poder imaginário (o tal quarto poder), como se no mundo, nos últimos 50 anos, nada tivesse acontecido que modificasse os contextos e as formas de fazer dessa atividade. Assim, despreza-se por inteiro a complexidade contemporânea do jornalismo, transformado em linguagem por meio da qual se manifestam os conflitos discursivos da atualidade, e em espaço público onde esses conflitos se realizam com sucesso. Sem o que não haveria democracia. Penso que esse debate precisa transpor os limites corporativistas. Com tal objetivo, e na esperança de poder motivar mais uma discussão polida e inteligente, deixo aqui um conjunto de recortes de textos que já escrevi sobre o assunto, extraídos do livro Linguagem dos Conflitos, editado em Portugal (2002) pela Minerva-Coimbra. *** (...) A competência de produzir e difundir discursos sob a forma de acontecimentos é uma riqueza democrática e um direito de cidadania. Claro que os poderosos da economia e da política se beneficiam disso. Mas, graças ao mesmo processo, também as minorias organizadas (os homossexuais, as etnias, os portadores de deficiência...) e os movimentos de vanguarda (os sem-terra, os ambientalistas...) colocam com sucesso seus discursos na sociedade. A mais importante modificação ocorrida nos processos jornalísticos nos últimos quarenta anos foi, a meu ver, a organização e a capacitação discursiva das fontes interessadas, produtoras e controladoras de acontecimentos, revelações e falas que alteram, explicam ou desvendam a atualidade. Elas produzem e controlam as informações que interessam ao jornalismo, e hoje fazem isso estrategicamente, como forma competente de agir e interagir no mundo. Embora pouco se fale delas, as fontes fizeram uma revolução no jornalismo. *** (...) O jornalismo não pode ter a ambição vaidosa de assumir papéis e espaços que devem pertencer a outros sujeitos, principalmente os que constroem as divergências e os confrontos. Ao contrário, e a meu ver, deve privilegiar e desenvolver em si mesmo a vocação de captar, entender, interpretar e ajustar ou confrontar os discursos organizados dos grupos sociais, institucionalizados ou não, sejam eles produtores de ações ou vítimas delas. Para que as transformações aperfeiçoadoras produzidas pelos conflitos aconteçam a partir da sociedade, e dentro dela, o jornalismo não pode colocar-se em altares sobranceiros, para a veneração, nem nos mirantes da soberba, para a exibição de vaidades. O jornalismo tem que se inserir na própria sociedade, oferecendo-lhe a eficácia ética, técnica e estética do discurso jornalístico. ***
(...) A confiabilidade do jornalismo é uma virtude submetida a renovadas crises, exatamente porque no jornalismo desembocam, para os confrontos discursivos, os acontecimentos noticiáveis por meio dos quais se manifestam os interesses particulares dos segmentos organizados da sociedade. Noticiar é a forma mais eficaz de intervenção dos que lutam para mudar ou conservar o mundo, principalmente nos domínios da ideologia, da economia, dos negócios, da política, da cultura e da religião. Nas democracias, os confrontos manifestam-se nos espaços públicos, são regulados por acordos político-sociais produzidos pela história, e em novos acordos resultam, assim ocorrendo a construção do presente e o aperfeiçoamento do sistema. *** (...) Os jornalistas não gostam de ouvir nem de dizer que dependem das fontes. Entretanto, na dimensão do mundo real, é na fonte que o repórter colhe o relato, o testemunho, a opinião, os ais e uis com que compõe a narrativa do quotidiano, sua arte maior. No jornalismo, até ao mais brilhante contador de histórias de pouco servirá a arte de escrever se não souber onde estão as boas fontes e como lidar com elas. Dependemos das fontes. Sem elas não existe a informação decisiva, o detalhe poético, a versão esclarecedora, a frase polêmica, a avaliação especializada. A fonte faz acontecer, revela o segredo, detém o saber ou a emoção que queremos socializar. Ou sofre os efeitos e a eles reage. (...) Na hora de escrever, na rotina da produção e dos procedimentos profissionais (os conscientes e os inconscientes), a perspectiva das fontes influencia, inevitavelmente, a decisão jornalística – e quanto mais competente elas se tornam, mais capazes são de determinar enfoques, relevâncias e até títulos, na narração jornalística. As interações do jornalista com a fonte envolvem conflitos e acordos inevitáveis, porque a interlocução é viva, interessada - na maioria das situações, entre interlocutores reciprocamente confiáveis e confiantes. *** (...) Na boa fase jornalística do pós-guerra, as grandes instituições empresariais e governamentais tinham, em relação à imprensa, uma atitude passiva e burocrática, quase sempre defensiva. Na escassez de fatos e casos importantes intencionalmente produzidos, o inusitado, o insólito, o engraçado, e também o linearmente dramático (o atropelamento, a tragédia, o crime passional, a morte inesperada...) reinavam como atributos decisivos nos critérios de pauta e edição, mesmo nos grandes jornais. Foram tempos em que o fait-divers ganhou honrarias e venerações de mito, na cultura jornalística. *** (...) As coisas mudaram ao longo dos anos 70, principalmente depois deles. Democracia, mercado e tecnologia formaram a mistura que criou a lógica da competição sustentada em informação, com mais ou menos exageros neoliberais. Institucionalizaram-se os interesses, as ações, as próprias pessoas. Globalizaram-se os processos, as emoções, principalmente os fluxos e os circuitos da informação. E o desaparecimento de intervalos de tempo e distância entre os fatos e a sua difusão pela notícia subverteu os conceitos de atualidade, proximidade, universalidade e periodicidade, características básicas e constantes do jornalismo. Notícia tornou-se o produto mais abundante da realidade global. Noticiar passou a ser a mais eficaz forma institucional de agir, discursando, e de discursar, agindo. Para o sucesso, as instituições apropriaram-se das habilidades narrativas e argumentativas do jornalismo; assimilaram as rotinas e a cultura da produção jornalística; e no planejamento e controle dos acontecimentos, a dimensão comunicativa ganhou preponderância, para a divulgação dos eventos e a difusão do discurso. Em crescendo que os estudos especializados não acompanham, aumentou (...) nos noticiários a participação de acontecimentos planejados, com conteúdos fornecidos pelas fontes.
*** (...) A porosidade de fronteiras (entre jornalismo e propaganda, por exemplo) tornou-se um caminho sem volta. E aos que não acreditam nisso, recomendo a leitura atenta do noticiário político e econômico. Até nos textos mais críticos, de articulistas, afloram as intenções interesses das fontes, em interações que também convêm ao discurso jornalístico. Quando há profissionalismo dos dois lados, e respeito pelos limites alheios, o resultado é bom. A verdade é que, sem fontes que mereçam fé, não há jornalista nem jornalismo que sobreviva, até porque, cada vez mais, o mundo moderno obriga o jornalista a escrever sobre acontecimentos a que não assistiu e sobre coisas de que não entende. Ora, se é assim, e porque as fontes organizadas (essas que têm assessoria de imprensa, sejam elas governo ou oposição, empresas ou minorias sociais, igrejas ou partidos políticos, indústrias da cultura ou grupos transgressores, artistas, empresas de comunicação, universidades ou sindicatos) são também as instituições produtoras de atos, fatos, falas, saberes e produtos de interesse jornalístico, podemos dizer que o percurso da informação distribuída nas ruas não começa nas redações, mas nas fontes. Logo, pode e deve ser tratada, desde as origens, por profissionais habilitados.
Fonte: Comunique-se Data: 07/10/05
Escrito por Assessoria de Comunicação às 12h44
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postado por: Marcela Wolter
Dica do blog: Para quem quer trabalhar com assessoria, esse blog tem sempre milhões de novidades para estágio e trabalho na área.
http://rederp.blogspot.com/
Escrito por Assessoria de Comunicação às 12h32
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postado por: Marcela Wolter
Uns podem mais que os outros
Algumas profissões são depreciadas pelas outras. Por não possuírem o glamour das profissões mais cobiçadas, as outras são vistas com maus olhos pela maioria popular ou até pelos próprios profissionais do lado pop star do ofício. Isso é comum a todas as áreas, seja com médicos e enfermeiros, engenheiros e arquitetos entre outras, as profissões mais famosas têm um posicionamento muito mais forte no mercado. No caso da comunicação, a rixa entre jornalistas e assessores de imprensa é grande e os assessores na maioria das vezes saem perdendo. O que mais ajuda nessa depreciação é que jornalista pode ser assessor de impressa, mas assessor de imprensa não pode ser jornalista. Um fator injusto já que falamos de duas profissões diferentes. Um fator que só ajuda a menosprezar e diminuir a profissão.
Um assessor de imprensa é o meio de ligação entre uma instituição ou pessoa física com a mídia. Mantendo um bom relacionamento entre as partes. Divulgando ou sendo fonte de informação, o assessor é sempre o elo entre o assessorado e a imprensa. Só estas poucas caracterizações traduzem a separação entre as partes. O jornalista é a ferramenta da mídia e o assessor a ferramenta das organizações ou pessoas para a mídia. A lógica de construir a imagem dos assessorados não é a mesma de construir notícias.
Escrito por Assessoria de Comunicação às 12h27
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DIMEP AMPLIA CANAL DE VENDA DE INGRESSOS
Publicado por: Gabriela Mendes
Acordo com a Implemento, empresa do Rio de Janeiro responsável pela operação da venda de ingressos pelo portal Americanas.com permite que os ingressos dos eventos da Dimep/GPS sejam comercializados no maior site de comércio eletrônico do Brasil. O Grupo Dimep/GPS é reconhecidamente a maior empresa de controle de acesso a eventos do país. Só em 2006, foi responsável pela gestão de fluxo de mais de 10 milhões de pessoas em eventos como Grande Prêmio Brasil de F1, Festa de Barretos, São Paulo e Rio Fashion Week, Carnavais do Rio de Janeiro e de São Paulo, entre outros. É hoje a única empresa no País a oferecer toda infra-estrutura para o controle de acesso de um evento, pois detém toda a tecnologia do serviço. Em seu parque gráfico, a Dimep Gráfica fabrica ingressos e credenciais com os mais modernos itens de segurança disponíveis no mundo As catracas eletrônicas e os softwares também de última geração - desenvolvidos especificamente para atender aos eventos - são produzidos pela Dimep Sistemas. O acordo prevê que em eventos conjuntos a Dimep Gráfica / GPS cuidará dos acessos e a Americanas.com da comercialização. “Nós já contávamos com um serviço de call center. Mas é inegável que com o acordo estabelecido com o maior site de comércio eletrônico do Brasil daremos um salto fantástico. Já neste ano esperamos aumentar as vendas em 30%. Mas a expectativa é de que em menos de cinco anos este número chegue a 200%”, destaca Josué Dimas de Melo Pimenta, presidente do Grupo Dimep/GPS.
E logo “de cara” o acordo já mostra resultados excepcionais. Depois de um piloto na Festa de Peão de Barretos, em menos de 60 dias três novos grandes eventos terão os ingressos comercializados por meio da parceria: Mil Milhas, Desafio das Estrelas(prova de kart organizada pro Felipe Massa) e Salão Duas Rodas. “São eventos internacionais de grande movimentação de público. O Desafio das Estrelas contará até com a presença do super campeão Michael Schumacher”, destaca Josué. Informações à imprensa Tony Rodrigues – Giusti Comunicação 11.5502-5447 ou 9485-7161
Categoria: Releases
Escrito por Assessoria de Comunicação às 23h06
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Dica do blog
Curso ensina técnicas de
Comunicação e Marketing Online
Nos dias 24 e 25 de novembro o Comunique-se realiza o curso de Comunicação e Marketing Online para Assessores de Imprensa. O ministrante, Nino Carvalho, ensina técnicas para profissionais de jornalismo, publicidade e marketing.
As aulas abordam temas como jornalismo e publicidade online, web marketing, comunidades virtuais, produção de conteúdo, novas tendências, relações com clientes, entre outros. Haverá, ainda, estudo de casos, leitura e discussão de artigos e vídeos.
Ministrante(s)
:: Nino Carvalho, gerente de Web do British Council
Datas e horários
:: 24/11/2007 e 25/11/2007
:: Sábado de 9h a 18h e domingo de 9h a 13h
Local
:: Hotel Golden Park
:: Rua do Russel, 374 - Glória
:: www.hotelgoldenparkrio.com.br
:: Rio de Janeiro (RJ)
Carga horária
:: 12 horas-aula
Mais informações
:: Acesse a página do curso na internet
:: E-mail: cursos@comunique-se.com.br
:: Telefone: (11) 3897-0860
Inscrição via internet
(Postado por PC Guimarães)
Escrito por Assessoria de Comunicação às 16h16
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Blog ASSESSORANDO citado no DIA
(Clique na imagem para vê-la ampliada)

Pessoal: citei (e divulguei o endereço) do nosso blog na matéria que saiu hoje no caderno de Educação do jornal O Dia.
Escrito por Assessoria de Comunicação às 09h51
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DICAS PARA NÃO ERRAR COM A BEBIDA DURANTE AS FESTAS DE FINAL DE ANO
Publicado por: Ana Claudia Panza
Escolher os pratos das festas de final de ano já é uma tarefa complexa quando se tem em mente a idéia de agradar os diferentes paladares. E mais difícil ainda é “não errar” na escolha da bebida, em especial um vinho, seja branco, rosé ou tinto, ou espumante, para harmonizar com a maior variedade de pratos possível.
A consultora de enogastronomia e sommelier Fernanda Vianna dá algumas dicas infalíveis de vinhos harmonizados com aperitivos e “comidinhas” mais comuns no happy-hour ou festas de confraternização, além dos pratos tradicionais e mais elaborados que compõem as Ceias de Natal e Reveillon.
Sugestões Coringas:
-Para não errar mesmo, desde a entrada ao prato principal, inclusive happy-hour, o Rosé. Um vinho versátil por sua exuberância aromática, boa acidez e um “corpo” leve, apesar de marcante. Um vinho que não “briga” com o alimento e prepara o paladar para mais uma garfada. Vale ressaltar que neste caso a safra mais recente é a melhor opção.
-O tradicional Espumante gelado e fresco é a sugestão para iniciar as festas, harmonizando bem com todas as opções de “comidinhas”. Pode ser um Brut – seco, como o Prosecco, ou um levemente adocicado, como o Moscatel nacional.
-Acompanhando os pratos mais elaborados, a sugestão é de um tinto necessariamente leve e fresco, como um Merlot chileno com estágio em carvalho francês.
-Ainda para os pratos, se for branco, o vinho deve ser o mais aromático possível, com toques residuais de açúcar como o Riesling Spätlese alemão ou um Viognier ou Chardonnay sem estágio em madeira.
-Já para harmonizar com frutos do mar, a dica é um champanhe ou cava: Wintertime Blanc des Noirs da Pommery e Juvé y Camps Nature, respectivamente. A profissional Fernanda Vianna atua no mercado de vinhos há mais de dez anos, quando o vinho era conhecido por uma minoria no Brasil e pouco considerado por restaurantes e bares. Reúne em seu currículo trabalhos realizados com Manoel Beato, importadora Decanter, na Pousada Maravilha – Fernando de Noronha, Belini Pães e Gastronomia –Brasília, Restaurantes Casa da Fazenda do Morumbi, La Marie e Josephine – São Paulo, além do bar São Pedro São Paulo.
Atualmente, realiza eventos enogastronômicos, presta consultoria na área de casamentos e eventos corporativos, apresenta palestras temáticas em pontos-de-venda do varejo e restaurantes, entre outros trabalhos pontuais. Mais informações através do site WWW.fernandavianna.com.br ou pelo e-mail contato@fernandavianna.com.br.
Categoria: Releases
Escrito por Assessoria de Comunicação às 14h08
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FEIRA NO CANADÁ GERA OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS PARA O BRASIL
Publicado por: Ana Claudia Panza
Informações sobre destinos de sol e praia, cultura e ecoturismo foram as mais solicitadas durante evento
Rio de Janeiro, Búzios, Salvador, Amazonas, Pantanal, Recife, Maranhão e Lençóis Maranhenses foram os destinos mais procurados pelos participantes da 19ª edição do International Tourism and Travel Show, realizado de 26 a 28 de outubro, em Montreal, Canadá. O Ministério do Turismo, por meio da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) esteve presente na feira, considerada um dos mais importantes eventos de turismo da região de Quebec.
A feira foi uma grande oportunidade para que profissionais brasileiros ligados a área de viagens e turismo estreitassem laços comerciais e realizassem negócios com os mais de 400 expositores, de 100 países.
O executivo do Escritório Brasileiro de Turismo em Nova York, Miguel Jerônimo, representou a Embratur no evento, que contou ainda com a participação, no estande do Brasil, do Consulado-Geral do Brasil em Montreal, da TAM Linhas Aéreas e da Canandes Tours, operadora de turismo com sede no Canadá. “Constituímos uma equipe coesa que forneceu dados úteis e auxiliou os visitantes com informações específicas das várias regiões brasileiras”, revela Miguel Jerônimo.
A feira reuniu destinos de todo o mundo, inclusive os principais competidores do Brasil como Argentina, México, Aruba, Costa Rica, Porto Rico e Peru, que também possuem forte presença no mercado canadense.
“A participação da Embratur nestes eventos é fundamental pois a presença institucional do Brasil gera reconhecimento de marca, promoção do destino e contato direto com jornalistas, formadores de opinião e potenciais visitantes, entre empresas e consumidores. Sentimos por parte do público, mídia e empresas um enorme desejo em conhecer mais sobre o Brasil e seus destinos diversos”, relatou Miguel Jerônimo.
Mercado canadense
O Canadá está na lista dos principais países emissores de turistas para o Brasil - em 2006 foi registrada a entrada de 62.603 visitantes canadenses. Além disso, o Canadá é um dos países considerados de alta prioridade pelo Plano Aquarela – Marketing Turístico Internacional do Brasil e a meta é alcançar o número de 100 mil visitantes em 2010.
Assessoria de Comunicação da EMBRATUR
(61) 3429-7836 ascom@embratur.gov.br
Categoria: Releases
Escrito por Assessoria de Comunicação às 13h59
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CVC TURISMO E TURISMO CHILE LANÇAM CAMPANHA
Publicado por: Ana Claudia Panza
Guilherme Paulus, presidente do Conselho de Administração da CVC Turismo, Valter Patriani, presidente da operadora, e Pablo Moll Vargas, gerente geral da Turismo Chile – entidade privada que reúne empresários, companhias aéreas e marítimas, hotéis, empresas de turismo receptivo e centros de esqui chilenos – convidam a imprensa para o lançamento da campanha publicitária “Chile: Não esperem que te contem. Viva você mesmo”, que acontecerá nesta quarta-feira, dia 31 de outubro, às 9h00, durante café da manhã no Círculo Italiano, em São Paulo.
A iniciativa concentra esforços na divulgação da completa infra-estrutura turística do Chile aos brasileiros, com o objetivo de dobrar o número de brasileiros em visita ao País até o final de 2008. Na ocasião, serão apresentadas as ações de comunicação à imprensa e agentes de viagens da CVC no Estado de São Paulo.
Também estarão presentes no encontro Michael Barkoczy, diretor comercial internacional da CVC, Luis Soto, gerente da CVC para a América Latina, e Valeria Gonzalez, gerente de marketing da Turismo Chile.
Destacado pelo jornal britânico The Economist como um dos países mais seguros do mundo para viver e passear – estando até mesmo à frente da Inglaterra –, o Chile é o segundo destino sul-americano com maior potencial de crescimento junto aos brasileiros, depois da Argentina.
Para confirmar sua presença, envie um e-mail para priscilabures@a4com.com.br e laragiannotti@a4com.com.br, ou entre em contato pelo (11) 3897-4122.
CAFÉ DA MANHÃ DE APRESENTAÇÃO DA CAMPANHA CVC E CHILE Data: 31 de outubro, quarta-feira, às 9H00.
Local: Salão Principal do Círculo Italiano (Edifício Itália), localizado na Avenida Ipiranga, 344, 1º andar, no centro de São Paulo.
CVC Turismo – Informações à Imprensa:
Para mais informações à imprensa:
A4 Comunicação (11) 3897.4122
Priscila Bures (priscilabures@a4com.com.br) Lara Giannotti (laragiannotti@a4com.com.br)
Categoria: Releases
Escrito por Assessoria de Comunicação às 13h52
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Presidente do STB assume organização mundial de turismo
Publicado por: Ana Claudia Panza
Uma das metas do executivo é aumentar as cotas de vistos de trabalho ou estudantis com os governos
José Carlos Hauer Santos Jr., presidente do STB – Student Travel Bureau, acaba de ser nomeado presidente da World Youth Student & Educational Travel Confederation (Wyse-TC), organização mundial para o turismo jovem e estudantil, que tem 530 integrantes do segmento de viagens para jovens e estudantes e especialistas em educação.
No cargo, um dos objetivos de Santos Jr. será a representação do turismo estudantil em departamentos de Turismo e de Estado e outras organizações nacionais e internacionais. “Somos os únicos representantes desse segmento de mercado”, relata. Segundo o novo presidente, a obtenção de vistos por longo período para estudo ou trabalho, por exemplo, é um tema que precisa ser abordado com os governos.
Temas como a questão ambiental e a realização de feiras internacionais também estão na pauta do executivo. O anúncio foi feito durante uma reunião da World Youth & Student Travel Conference (Wystc) realizada neste mês, em Istambul, na Turquia.
Outubro/2007
Sobre o Student Travel Bureau
Fundado em 1971, o STB é a maior operadora de turismo jovem e estudantil do Brasil. Possui 54 lojas, das quais três no exterior, na Argentina, Austrália e Nova Zelândia. Embarca anualmente cerca de 40 mil jovens. Além de intercâmbio cultural para adolescentes e cursos de idiomas para os mais diferentes públicos, oferece viagens, experiências internacionais de trabalho, programas au pair, assistência médica internacional, reserva de acomodações e transporte no mundo todo e a Carteira Mundial do Estudante (ISIC).
Fontes e Contato: Ana Paula Joaquim – anapaulajoaquim@rp1.com.br Ana Carolina Castilho – anacarolinacastilho@rp1.com.br Fernanda Cardinali – fernandacardinali@rp1.com.br
RP1 Comunicação Tel.: 11 5501-4655 www.rp1.com.br
Categoria: Releases
Escrito por Assessoria de Comunicação às 13h49
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Público da 24ª Oktoberfest supera
Publicado por: Ana Claudia Panza
A presença do público na 24ª edição da Oktoberfest de Blumenau superou as expectativas da organização: 690.144 pessoas passaram pelas catracas do Parque Vila Germânica em 18 dias de festa, consumindo 365 mil litros de chope e 19.821 garrafas de cervejas importadas.
“Sem dúvida alguma, nossas expectativas foram superadas”, informa o diretor-presidente do parque, José Carlos Oechsler. Segundo ele, a 24ª edição foi uma festa bonita, tranqüila, visto que a segurança foi exemplar e nenhuma ocorrência grave foi registrada durante o evento.
Oechsler conta que a organização estimava superar os números do ano passado – 602.941 visitantes, entretanto, o aumento passou dos 14% este ano em relação à edição anterior. Ele relaciona o aumento de público ao trabalho de divulgação que foi intensificado nos últimos três anos pela diretoria da Vila Germânica dentro e fora do país. “Tanto que, a cada edição, verificamos a presença de um público melhor, que se diverte e gasta realmente na festa”, comenta.
O consumo de chope também superou a festa do ano passado: foram 365 mil litros contra 355 mil litros de 2006. Todavia, este ano, pela primeira vez na história da Oktoberfest, os visitantes puderam saborear cervejas européias (belgas e alemãs), que foram trazidas para o evento pela Ambev – distribuidora Brahma, patrocinadora oficial da promoção. Foram consumidas cerca de 20 mil garrafas.
Placar final 690.144 pessoas 365 mil litros de chope 19.821 garrafas de cervejas importadas 136.496 tickets de refrigerantes vendidos
Fonte: José Carlos Oechsler – diretor-presidente Parque Vila Germânica – 47 3326-6901 / 9968-9686.
Jornalista: Tânia Rodrigues – (47)9604-8776
Categoria: Releases
Escrito por Assessoria de Comunicação às 13h47
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Assessoria de imprensa privativa de jornalistas
Por Bruno Barros Barreira em 11/7/2006
Fonte: Observatório da Imprensa
postado por: Mariana Magro
O Projeto de Lei Complementar (PLC) 79/04, aprovado pelo Senado no dia 4 de julho, atualiza as funções exercidas por jornalistas, descritas no Decreto-Lei nº 972 de 1969, formaliza antiga polêmica entre os profissionais de comunicação do país: afinal, assessoria de imprensa é ou não função jornalística? Os argumentos são divergentes. Alguns alegam que sim, pois ambos (repórter e assessor) trabalham em busca do interesse público, com informações confiáveis e sempre em busca da "verdade". Outros, contudo, dizem que a função é conflitante com o ideal jornalístico, pois o assessor sempre defenderá os interesses do patrão.
Praticamente em toda a Europa a assessoria é função de relações-públicas. E mesmo nos países em que os bacharéis em Jornalismo trabalham em assessoria, estes profissionais ficam impedidos de atuar em redações ou de se apresentarem como jornalistas. No Brasil, o desenvolvimento desta atividade tomou contornos singulares em relação ao resto do mundo.
Com a regulamentação dos RPs no país foi criada a Assessoria Especial de Relações Públicas da Presidência da República (Aerp), pela ditadura militar, encarregada de divulgar "verdades oficiais". Na época, os textos eram carregados de propaganda e quase não tinham valor jornalístico. Essa realidade começou a mudar em 1971, quando os jornalistas Reginaldo Finotti e Alaor José Gomes fundaram a Unipress, com nova proposta de assessoria de imprensa. Alaor desistiu da carreira na Record e na Folha de S. Paulo e Reginaldo deixou a Última Hora. A primeira empresa que atenderam foi a Volkswagen e o resultado foi a aplicação de um conceito de transparência nas relações da empresa com a imprensa.
Diploma reforçado
Assim, a Unipress consolidou um modelo jornalístico de fazer assessoria de imprensa, pelo seguinte critério: contar toda a história jornalística e deixar que os repórteres selecionem o que mais interessa. Dois anos depois, surgiu no mercado a Mecânica de Comunicação, fundada por outro jornalista, chamado Ênio Campoi, que também acreditou na concepção jornalística da assessoria.
Em 1980, o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo criou a Comissão Permanente e Aberta dos Jornalistas em Assessoria de Imprensa. Ela deu início a um empenho formal de conceber um conceito jornalístico para o cargo. Mais tarde, o então presidente da Fenaj, Audálio Dantas, anunciou acordo com Vera Giagrande – que presidia o Conrep – para ceder a jornalistas a reserva de mercado de assessoria de imprensa. Em 1985, a consolidação veio com a produção do Manual de Assessoria de Imprensa, elaborado pela Fenaj. (Fonte: Manuel Carlos Chaparro, Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia: Cem anos de assessoria de imprensa).
Agora só falta mesmo a sanção presidencial para que se afirme legalmente: assessoria de imprensa é função jornalística e ponto final. A decisão do Senado reforça a constitucionalidade do diploma de Jornalismo e aumenta o poder corporativo da Fenaj e dos sindicatos. É difícil até imaginar que esta questão esteja mesmo resolvida, depois de anos de polêmica. Sei lá, a "ficha não caiu". Ainda acho que alguém vai arranjar algum jeito de recorrer. Lembro de um professor meu, formado em RP, que afirmava ser ilegal a atuação dos jornalistas em assessoria. Agora, certamente não é mais.
Escrito por Assessoria de Comunicação às 22h24
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Afinal, o que faz uma assessoria de imprensa?
Por Elisa Kopplin e Luiz Artur Ferraretto em 25/7/2006
Fonte: Observatório da Imprensa
postado por: Mariana Magro
Qual o papel de uma assessoria de imprensa? A resposta óbvia a tal pergunta está na sua própria denominação. Pode-se, de fato, propor a seguinte definição para este tipo de trabalho: serviço da assessoria de comunicação social que realiza a intermediação da comunicação entre uma empresa, entidade ou pessoa física e os meios de comunicação, tendo como matéria-prima a informação e, como processo, sua abordagem na forma de notícia, utilizando técnicas próprias do Jornalismo. Qual, portanto, o profissional que deve se encarregar desta função?
A resposta soa igualmente óbvia: quem possui formação para tal. E quem possui formação para tal é o jornalista regularmente diplomado. Constatação deste grau de obviedade, sabem os verdadeiros profissionais de imprensa, não deveria sequer ser notícia por não ter aquelas características de excepcionalidade dentro do cotidiano que garantem a um fato ou opinião despertar o interesse do público. Daí certa estranheza com a repercussão do projeto aprovado pelo Congresso Nacional, complementando o Decreto-Lei n.972, de 17 de outubro de 1969, que dispõe sobre o exercício da profissão de jornalista. De autoria do deputado federal Pastor Amarildo (PSC-TO), para terem validade as alterações ainda dependem de sanção presidencial.
Saindo em defesa da categoria que representa, o Conselho Federal de Relações Públicas (Conferp) manifestou-se, demonstrando sua contrariedade e, de certa forma, endossando posturas ainda mais radicais ao divulgá-las em seu sítio na internet. Entre estas, chama a atenção um texto do jornal O Estado de S. Paulo, destacando que a regulamentação existente do jornalismo remonta à época da ditadura militar e, deste modo, soaria como se estivesse a ferir o livre arbítrio.
Todo profissional que viveu nas redações as agruras do regime de caserna imposto à sociedade brasileira sabe da fragilidade desta associação de idéias. Seria o mesmo que condenar todos os RPs pelo fato de sua profissão ter se definido a partir do trabalho de Ivy Lee na divulgação de doações de John D. Rockefeller Jr. à Johns Hopkins University, estratagema utilizado para melhorar a imagem pública do empresário, o homem mais impopular então nos Estados Unidos, que havia mandado atirar sobre grevistas em uma de suas companhias.
Confusão de conceitos
Aliás, Lee era jornalista e, ao ser contratado para defender os interesses da indústria de carvão mineral, em 1906, lançou uma declaração de princípios aos editores:
Este não é um departamento de imprensa secreto. Todo o nosso trabalho é feito às claras. Pretendemos divulgar notícias, e não distribuir anúncios. Se acharem que o nosso assunto ficaria melhor como matéria paga, não o publiquem. Nossa informação é exata. Maiores pormenores sobre qualquer questão serão dados prontamente e qualquer redator interessado será auxiliado, com o máximo prazer, na verificação direta de qualquer declaração de fato. Em resumo, nossos planos, com absoluta franqueza, para o bem da empresa e das instituições públicas, são divulgar à imprensa e ao público dos Estados Unidos, pronta e exatamente, informações relativas a assuntos com valor e interesse para o público.
Óbvio supor que este porta-voz dos tycoons estadunidenses, ao falar em "informações relativas a assuntos com valor e interesse para o público", está se referindo a uma única coisa: notícias.
Já a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial alerta para a possibilidade de desemprego neste segmento de mercado. A entidade – ainda usando a sigla Aberje, com o "J" anteriormente a
identificar a palavra "jornalismo" – preocupa-se com 200 mil profissionais, que, segundo seus dados, atuam na área, incluindo, além de jornalistas, entre outros, relações-públicas, publicitários, administradores, economistas, historiadores, psicólogos e fonoaudiólogos, tudo em nome de uma pretensa mestiçagem funcional. Há, aqui, sem dúvida, uma imensa confusão de conceitos. Assessoria de comunicação social (ACS) deve reunir, sim, profissionais que não sejam apenas jornalistas. O trabalho mais específico – a assessoria de imprensa (AI) –, não. É exclusivo de quem tem formação para executá-lo, com uma correta noção de notícia. E o argumento da Aberje acaba sendo contrário às suas próprias pretensões ao atestar a total confusão existente, prejudicial, inclusive, aos relações-públicas, colegas de ACS, mas não, por embasamento técnico divergente, de AI.
Exploração e desregulamentação
Quando na noite de sexta-feira, 14 de julho de 2006, o Jornal Nacional, porta-voz televisivo das Organizações Globo, relata as repercussões do projeto aprovado no Congresso Nacional, o teor da reportagem induz a idéia de mobilização contra a assinatura do texto legal pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. O telejornal entrevista representantes da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), além de um jornalista sem diploma universitário, todos criticando a decisão de senadores e deputados federais. Detalhe fundamental: embora possa parecer ao leigo porta-voz da categoria, de fato a ABI não é a entidade representativa dos jornalistas. Tal papel cabe à Federação Nacional dos Jornalistas, cuja posição foi sintetizada pela Rede Globo em citação de uma única linha de texto retirada do sítio da Fenaj na internet. A reportagem, se é que se pode utilizar este termo para qualificá-la, transfere a discussão, como querem os veículos de comunicação, para uma outra área de interesse próprio, aquela em que os grandes grupos lutam pela extinção da obrigatoriedade do diploma.
Cabe, aqui, um exercício hipotético em situação considerada a mais ideal possível. Se, para a função, um assessorado pudesse escolher entre dois profissionais de igual capacidade, um deles jornalista profissional e outro não importa de que área, ambos com idênticas qualidades e capacidades, que opção seria a mais lógica? Caso a resposta venha pelo lado dos conhecimentos – saber o que é ou não notícia, redigir um texto dentro das convenções utilizadas regularmente nos veículos de imprensa e ter idéia clara das rotinas de trabalho destes, para citar apenas alguns aspectos – não há margem para dúvida. Ganha o jornalista, que tem no seu currículo universitário conteúdos a garantir o correto exercício destas funções, enquanto outros profissionais, quando o fazem, vêem estes temas de forma superficial ou muito resumida.
Escolha diferente só se explica por questões de cunho pessoal ou por aquelas que representam exploração de mão-de-obra barata, perspectiva onde se inclui a constante luta pela desregulamentação da profissão de jornalista, aliás, como todas as desregulamentações, assunto muito caro a alguns neoliberais de plantão.
Direitos e liberdade
Há também que considerar o interesse público. Notícia, pelo menos em tese, supõe, senão a verdade, pelo menos uma verdade, um relato o mais próximo possível dos fatos e opiniões. Divulgação meramente institucional, ao contrário, não se preocupa com estes preceitos. Em tese, quando o verdadeiro assessor de imprensa – o jornalista – exerce corretamente suas funções, as garantias de que necessita a sociedade estão asseguradas pelo Código de Ética da profissão, aprovado em 1987 durante congresso da categoria.
Por exemplo, neste documento, os artigos primeiro, quarto e quinto definem o direito público à informação proveniente de qualquer tipo de instituição, considerando-o uma obrigação social do jornalista. Ao mesmo tempo, condenam a censura e a autocensura. Fora isto, são vetadas
práticas ainda hoje presentes no mercado de assessoria de imprensa, como pressionar para que notícias a respeito do assessorado sejam publicadas, sonegar informações importantes, divulgar inverdades e defender os interesses de quem o contratou acima dos da população. O jornalista também não poderá incorrer nos casos estipulados no artigo décimo: sub-meter-se a diretrizes contrárias à divulgação correta de informações; frustrar a manifestação de opiniões divergentes ou concordar com perseguições ou discriminações. Todos estes pontos provam, portanto, que jornalistas, atuando nesta área, além da competência própria da sua profissão para tratar com a notícia, têm, antes de mais nada, um compromisso com a livre circulação de informações. Garantir a assessoria de imprensa como função própria da categoria é também garantir uma sociedade mais democrática.
Afinal, de luta pelos direitos do cidadão e pela liberdade os jornalistas entendem e muito, que o digam todos aqueles colegas perseguidos após o golpe militar de 1964, inaugurando o período referido pelo Conferp, defendido por parcela significativa do empresariado, pelo menos em seu início, e que viu crescer à sua sombra vários grupos de comunicação de massa.
Escrito por Assessoria de Comunicação às 22h23
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De onde vem tanta violência?
Publicado por: Gabriela Mendes Fonte: http://www.ppagina.com.br *Luiz Gonzaga Leite A violência está solta, e os jovens liberam sua fúria não só nas madrugadas, mas até mesmo dentro da escola ou de casa. Diante de tantos episódios registrados pela imprensa nos últimos dias, paira uma dúvida: de onde vem tanta violência?
O problema não é novidade. A origem do trágico espetáculo que se vê pode ser a mesma para grupos de jovens bem criados que freqüentam danceterias, gangues formadas dentro e nos arredores das escolas, ou mesmo nas torcidas organizadas que fazem dos estádios uma arena. Os “briguentos” costumam cultivar uma imagem idealizada da família, têm menor capacidade para lidar com perdas, são mais agitados, mais valentes e, geralmente, inconformados com dificuldades da vida. Esse conjunto de sensações, aliado, muitas vezes, à baixa auto-estima, acaba resultando em jovens sem planos para o futuro e que manifestam um sentimento de agressividade descontrolado. A rebeldia é normal, mas a violência não. Sem polemizar sobre os fatores sociais mal resolvidos, como o comprometimento da Educação, da Segurança e do Emprego no país, como também o crescente apelo de mídia em relação ao consumismo e ao sexo casual, acabamos nos voltando para as relações familiares, que ainda são o centro de muitos distúrbios apresentados pelos jovens. Pais que não impõem limites desde cedo aos filhos e não demonstram interesse por sua rotina de vida, seja na escola, seja nos relacionamentos pessoais, são coadjuvantes das ações de violência praticadas pelos jovens. Está cada vez mais comum encontrar pais que, ou por trabalharem demais, ou por estar enfrentando o desemprego prolongado, perdem o interesse também pelos filhos, chegando a demonstrar que não se importam com o que fazem ou deixam de fazer. É o estresse e a depressão devassando as relações familiares.
* Professor Luiz Gonzaga Leite é psicólogo e Chefe do Departamento de Psicologia do Hospital Santa Paula, de São Paulo.
Categoria: Releases
Escrito por Assessoria de Comunicação às 20h29
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DICAS DE LIVROS
Publicado por Fernando Martins
O QUE É ASSESSORIA DE IMPRENSA
LOPES,BOANERGES
Coleção: Primeiros Passos
Editora: Brasiliense
1ª Edição-1995
96 páginas
MEDIA TRAINING
MELHORANDO AS RELAÇÕES DE EMPRESA COM JORNALISTAS
NOGUEIRA,NEMERCIO
Editora: Editora de Cultura
2ª Edição-2005
128 páginas
Preço: R$ 25,00 até 40,00
Sinopse
'Media Training - Melhorando as relações com a imprensa', em nova edição, revista e atualizada, traz o ensaio "Revisitando RP no novo século", onde Nemércio Nogueira oferece uma nova visão do atual relacionamento das empresas com a mídia. Hoje, as empresas que prezam a disseminação de notícias para suas marcas e produtos precisam ir além da simples distribuição de releases para a mídia. E é esse algo mais na comunicação o alvo desse ensaio dirigido a empresários e profissionais da área.
MEDIA TRAINING
ORGANIZADOR: LUCAS,LUCIANE
Editora: Summus
1ª Edição-2007
192 páginas
Preço: R$ 40,00 até 50,00
Sinopse
A necessidade de melhorar o relacionamento com a imprensa tem levado muitas organizações a avaliar o preparo de seus executivos na interação cotidiana com jornalistas. Quanto maior a perspectiva de visibilidade de uma empresa, maior deve ser sua preocupação com a qualidade das informações que circulam na mídia. Partindo desse pressuposto, este livro explora questões que mobilizam executivos e gestores - Qual o valor efetivo de um relacionamento mais estreito com a imprensa?; Que cuidados devem ser tomados na relação cotidiana com a mídia?; Como lidar com as crises perante a opinião pública?; Considerando o interesse da mídia pela administração pública, qual o papel do gestor público no relacionamento com a imprensa?; Como escolher a assessoria de imprensa e o que esperar dela?; Como conduzir adequadamente coletivas sem se tornar refém delas?; Quais os segredos de uma boa entrevista para a televisão?; O que pensam os jornalistas sobre a prática do media training? Esta obra não promete soluções absolutas para essas perguntas, mas aponta alternativas que resultam da experiência de seus autores. O objetivo é estimular gestores e executivos a pensar nos riscos das lacunas de informação, evidenciando que a comunicação começa onde nem sempre a vemos; nas decisões cotidianas, das quais a imprensa tanto quer notícias.
LOBBY- O QUE É , COMO SE FAZ
ÉTICA E TRANSPARÊNCIA NA REPRESENTAÇÃO JUNTO A GOVERNOS
FARHAT,SAID
Editora:Fundação Petropólis
1ª Edição-2007
508 páginas
Preço: R$ 55,00 até 70,00
Sinopse
A trajetória, nas esferas privada e pública, do jornalista e comunicador Said Farhat, considerado pioneiro na prática do lobby no Brasil, faz desta obra uma referência indispensável e um brinde ao conhecimento límpido sobre a matéria, alcançado por quem acompanha com acuidade e brilho os rumos da Nação e a atuação dos grupos de interesses junto aos governos. Neste livro, obra de uma vida, Farhat nos apresenta o lobby como ele é - uma ferramenta legítima da democracia, uma atividade organizada, exercida dentro da lei e da ética, por grupos de interesses definidos e legítimos, com o objetivo de serem ouvidos pelo poder público, para informá-lo e dele tentar obter determinadas medidas, decisões, atitudes. O livro esclarece o olhar preconceituoso com o qual o lobby é visto no Brasil.
Categoria: Clipping e Publicações
Escrito por Assessoria de Comunicação às 17h59
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PROJETO QUE REÚNE FOTOJORNALISTAS ESTÁ DE VOLTA A SÃO GONÇALO
Publicado por: Ana Claudia Panza
Fonte: http://www.pmsg.rj.gov.br/
Um dos eventos de maior repercussão no jornalismo regional está de volta na próxima quinta-feira, dia 01 de novembro. Com o apoio da Prefeitura de São Gonçalo, através da Fundação de Artes, o primeiro projeto Movimento in Foco do ano traz uma homenagem a quatro dos maiores nomes da fotografia regional: Altayr Derossi, Alexandre Loureiro, Leonardo Fonseca e Publius Vergilius. As trajetórias dos jornalistas vão ser contadas em projeções acompanhadas de um espetáculo especial de som e iluminação. O evento acontece a partir de 20h no Centro Cultural Joaquim Lavoura. A entrada é gratuita, mas os organizadores pedem que o público leve 01kg de alimento não perecível. Todas as doações vão ser distribuídas durante o Natal.
Além das exposições de fotografias, também haverá apresentação de poesias com Reinaldo Baso e Pedro Henrique.
O projeto nasceu da vontade do fotojornalista Luís Alvarenga e do produtor cultural Alex Nery de integrar a fotografia dos profissionais do estado, em especial os das cidades do Grande Rio. O projeto pretende ainda trocar experiências entre os profissionais do ramo e é um dos muitos eventos promovidos pela Prefeitura de São Gonçalo para estimular o aparecimento de novos artistas na cidade.
O Movimento in Foco acontece uma vez por mês e já se tornou um acontecimento cultural, não somente em São Gonçalo, mas em toda a Região Metropolitana. O blog do evento na internet (movimentoinfoco.blog.terra.com.br) também já é uma realidade no meio como um instrumento de contatos profissionais. O Movimento in Foco é, portanto, uma ótima oportunidade para as pessoas terem contato com o universo do fotojornalismo e de conhecer os maiores nomes da profissão. FASG. Aqui nascem artistas!
SERVIÇO Projeto “Movimento in Foco” Dia 01 de novembro, às 20h Centro Cultural Joaquim Lavoura – Av. Pres. Kennedy, 721, Estrela do Norte Entrada gratuita ou 01kg de alimento não perecível
Mais informações: Assessoria de Imprensa da FASG – 3262-3623 Diretoria Executiva da FASG – 3262-3622
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação
Categoria: Releases
Escrito por Assessoria de Comunicação às 16h12
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Publicado Por: Fernanda Nagaoka
Grupo: Clipping
http://www.ipib.org/
O que é Clipping?
O termo “clipping” é originário do verbo ingles to clip, que significa “cortar, reduzir”, e pode ter dois significados. O primeiro trata-se de um resumo das principais notícias veiculadas na imprensa sobre o tema, assunto específico, pessoa física e jurídica (empresa), indicados por quem contrata o serviço; o segundo indica a própria atividade.
“Clip” também significa “grampo” em inglês. O clip nada mais é do que o popular pedaço de arame muito usado nos escritórios para prender folhas.
Função
O clipping ganhou significado nas grandes organizações, onde existiam pessoas encarregadas de folhear diversos jornais e revistas à procura de notícias relacionadas com as atividades dessas organizações. Os recortes eram agrupados através de um "clip" e colocados em circulação nas organizações de tal forma que as pessoas (especialmente os que tomavam decisões) ficassem inteiradas sobre o que a imprensa andava dizendo sobre as organizações, reduzindo bastante o tempo que teriam de usar se cada pessoa fosse procurar na mídia os assuntos de interesse da organização.
Evolução
A substituição do clipping em papel pelo meio eletrônico já é uma realidade nos EUA e Europa, e começa a ganhar importância e espaço no Brasil. O fator determinante para essa "migração tecnológica" é que o meio eletrônico permite atingir um universo maior, em praticamente qualquer parte do mundo, a um custo individual dezenas de vezes inferior ao clipping em papel.
Como é feito
Para a produção do clipping, é feito um trabalho de pesquisa, seleção e coletas de matérias e/ou reportagens veiculadas pelos diversos meios de comunicação – imprensa escrita (Jornais & Revistas), Rádio, TV e Internet – que atendam a determinados critérios previamente estabelecidos. Originariamente, o clipping era montado somente com recortes de jornais e revistas.
O material recolhido pode ser tanto de natureza jornalística ou publicitária, sobre qualquer assunto veiculado na mídia. O serviço pode ser feito sob encomenda, que é prestado por empresas especializadas nessa atividade. Porém, em algumas empresas essa atividade é realizada pela assessoria de comunicação.
Escrito por Assessoria de Comunicação às 13h17
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Concurso cultural leva criança e acompanhante para Orlando
Publicado por : Gabriela Mendes
Fonte: BANSEN & Associados Comunicação
Até às 18h do dia 31 de outubro, crianças com até 12 anos podem participar do concurso cultural Os Melhores Parques do Universo. Acessando o link desta promoção de aniversário do viajeaqui, os pequenos participantes devem responder - com no máximo 300 caracteres - a pergunta "Quais são os melhores parques temáticos do Universo e por quê?". A frase mais original e criativa renderá ao autor um pacote completo para conhecer os parques da Universal, em Orlando, ao lado de um responsável com mais de 21 anos. As quatro melhores respostas seguintes à grande campeã também serão premiadas pelo maior portal de turismo da internet brasileira e pela Universal com kits especiais, que incluem miniatura dos personagens dos filmes Universal e um DVD. O resultado de Os Melhores Parques do Universo será divulgado no próprio www.viajeaqui.com.br a partir do dia 20 de novembro.
Mais informações sobre o viajeaqui para a imprensa:
Alexandre Moreno (alexandre@bansen.com.br), Clean Barros (clean@bansen.com.br)
BANSEN & Associados Comunicação Tel: (11) 5539.2344
Homepage: www.bansen.com.br
Categoria: Releases
Escrito por Assessoria de Comunicação às 12h10
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Festival Internacional de curtas do Rio de Janeiro
Publicado por: Gabriela Mendes
Fonte: http://www.rio.rj.gov.br/
Já começou a 17ª edição do Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro, o Curta Cinema. De 25 de outubro a 4 de novembro, serão exibidos diversos curtas-metragens que representam o que há de mais inovador mundialmente nesta mídia. Este ano, o evento terá workshops de direção e roteiro, programas especiais, competição nacional e internacional.
São 48 filmes de 23 países na competição internacional e 52 produções de 10 estados brasileiros pela nacional. A novidade é o Júri Jovem, onde 10 estudantes de escolas públicas e privadas da Cidade, entre 15 e 18 anos, irão julgar qual desses filmes vai receber o prêmio de melhor curta em suas categorias. Os programas especiais são: Retrospectiva Antônio Carlos da Fontoura, Especial Michel Gondry, Foco Argentina, 10 anos de Cinéfondation, Panorama Carioca, dentre outros. E os workshops são divididos em direção, com Beto Brant, e de roteiro, com Philippe Barcinski, Kleber Mendonça Filho e Juliana Reis.
Os locais de exibição são o Cine Odeon BR, Cine Santa, Ponto Cine, e alguns espaços da Prefeitura do Rio como o Cine Glória e a Lona Cultural Gilberto Gil, Herbert Vianna, Hermeto Pascoal, Sandra de Sá e Terra. Ao todo serão 252 curtas-metragens exibidos em sessões a R$5 e passaporte a R$15 para toda a programação do evento.
Categoria: Releases
Escrito por Assessoria de Comunicação às 11h49
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Curso de linguagem de sinais para quem trabalha em turismo
Publicado por Gabriela Mendes
Fonte: http://www.rio.rj.gov.br/
A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e a Secretaria Especial de Turismo abrem, hoje, as inscrições para novas turmas do curso Como Melhor Atender ao Turista com Deficiência - Curso de LIBRAS (Linguagem Brasileira de Sinais) O objetivo é ampliar a qualificação dos profissionais da rede hoteleira da cidade para atender turistas surdos e mudos. O curso é gratuito e começará no dia 12 de novembro.
As inscrições podem ser feitas pela Internet www.rio.rj.gov.br/funlar até 9 de novembro.
Contato: pelo telefone 22524888.
Categoria: Releases
Escrito por Assessoria de Comunicação às 11h46
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